terça-feira, 23 de setembro de 2014
Já pensou em acessar à Internet através da luz?
Essa é a proposta do Li-Fi – ou “Light Fidelity” -, a tecnologia que utiliza ondas de luz como sistema de conexão e promete produzir velocidades de até 150 Mbps com apenas uma lâmpada de LED equipada com um processador de sinal. Ficou curioso? Conheça mais a respeito a seguir.
O presidente das Comunicações Móveis da Universidade de Edimburgo e co-fundador da pureLiFi, professor Harald Hass, foi o primeiro a estudar sobre a tecnologia e cunhou o termo Li-Fi pela primeira vez durante uma palestra do TED, em 2011. Mas o projeto D-Light’ no Instituto de Edimburgo, começou a receber o financiamento para o desenvolvimento a partir de 2010.
O Li-Fi funciona de formar similar ao conhecido Wi-Fi. Porém, o sistema recebe sinais de comunicação ao ligar e desligar as lâmpadas de LED em um período de nanossegundos.
Apesar de as luzes precisarem ficar ligadas para transmitir os dados, elas podem ser reguladas a um ponto invisível para os olhos, mas isso diminui o seu alcance. Porém, se torna mais segura contra hackers. Além disso, cada lâmpada é capaz de oferecer conectividade para até quatro computadores.
Enquanto o Wi-Fi requer circuitos de rádio, antenas e receptores mais complexos, a Li-Fi utiliza métodos de modulação semelhantes aos raios infravermelhos, tais como os controles remotos. As lâmpadas de LED são semicondutores e a saída óptica pode ser modulada em velocidades altas capazes de serem detectadas em dispositivos fotodetectores e convertidas de volta para a corrente elétrica.
Testes:Um teste feito em 2013, por Chi Nan, professor de Tecnologia da Informação da Fudan University, localizada em Shanghai, na China, conseguiu manter quatro computadores conectados à Internet por meio de apenas uma lâmpada de LED com um alcance de 150 Mbps.
Já os pesquisadores alemães atingiram a marca de 500 Mbps com aparelhos colocados a 2 m um dos outros. Com a distância de 20 m, a velocidade caiu para 100 Mbps. Até então, a velocidade mais rápida relatada era de 3 Gb/s, pelo Instituto Heinrich Hertz Fraunhofer, na Alemanha.
Li-Fi x Wi-Fi:O Li-Fi tem sido apontado como sucessora do Wi-Fi por oferecer mais velocidade 250 vezes maior, o que permite baixar um filme em alta definição em apenas 30 segundos. Além disso, o esperado pelos pesquisadores é que tecnologia custe menos, permitindo, inclusive, fornecer conexão gratuita. Os futuros aparelhos de celulares, tablets e computadores deverão vir com detectores de fotossensíveis e devem conseguir conexão de um poste de luz em vias públicas, por exemplo.
A tecnologia também poderá ser usada em campos militares, carros e até transportes coletivos. Brinquedos interativos que incorporarem luzes de LED também poderão ser utilizados para permitir conexão. O Li-Fi pode até funcionar debaixo d’água e outras áreas de difícil implantação de cabos. Além disso, não cria interferências em equipamentos eletrônicos sensíveis, o que a torna melhor para uso em ambientes como hospitais e aviões.
Entretanto, as ondas de luz não podem penetrar as paredes, o que limita seu uso em residências, por exemplo. Além disso, é preciso fazer mais testes, pois a conexão não pode ser interrompida. Acredita-se que a Li-Fi estará disponível até 2018 para todos, residências e empresas.
Meu Corpo, Minha Senha
Especialistas em segurança digital costumam afirmar que uma senha segura é aquela composta por variados tipos de caracteres, em maiúsculas e minúsculas, e utilizada em não mais que um serviço – ou seja, quanto menos prática, melhor. No entanto, a depender do barateamento e da evolução dos sistemas de reconhecimento de aspectos físicos – a chamada biometria –, a senha tal como a conhecemos pode estar com os dias contados. As fabricantes de smartphones Apple, Samsung e HTC já lançaram produtos que reconhecem os donos pela ponta dos dedos. E, diante da grande frequência com que escândalos sobre invasões de contas e roubos de identidades se repetem, como o que levou ao vazamento de fotos íntimas de atrizes no início do mês, as empresas extrapolam e pesquisam características supostamente únicas do nosso corpo como “arma” para proteger conteúdos digitais.
Em pré-venda nos EUA, a pulseira Nymi parece peça de ficção científica, mas se trata de um vislumbre de um futuro real e próximo: capaz de transformar batimentos cardíacos em “senhas”, ela promete tornar o processo de autenticação digital mais seguro e prático. Contudo, cardiologistas questionam sua eficácia. Desenvolvido pela companhia Bionym e previsto para chegar ao mercado ainda este ano, por um preço inicial de US$ 79, o acessório mede o eletrocardiograma (ECG) do usuário e o utiliza como login automático em serviços e dispositivos, como e-mail e smartphone. Para isso, utiliza sinal Bluetooth, e, de acordo com o seu site oficial, é capaz de funcionar mesmo que o ritmo cardíaco do usuário esteja alterado por estresse ou medicação, já que analisa o formato da onda do ECG, e não o seu ritmo, apenas uma vez, quando a pulseira é colocada.
– Queremos fazer da autenticação pessoal um processo fácil e que seja realizado de forma automática – afirmou Karl Martin, diretor executivo da Bionym, em entrevista à revista “Time”.
Para o médico Eduardo Saad, coordenador do Setor de Arritmias do Hospital Pró-Cardíaco, do Rio de Janeiro, o uso do eletrocardiograma como sistema de identificação é duvidoso:
– Existem diferentes padrões, mas (o ECG) não funciona como uma impressão digital.
Outras companhias de tecnologia já estão atentas para as possibilidades dos recursos da biometria. No ano passado, a Apple incluiu um sensor de impressões digitais no seu iPhone 5S, o TouchID, que retornou nos novos iPhones 6 anunciados na semana passada. Em seu sistema de pagamentos móveis a ser lançado nos EUA no mês que vem, por exemplo, a companhia vai priorizar a digital do usuário como forma de validação.
Reconhecimento facial no celular
Desde 2012, o Google tenta implementar a segurança biométrica em seu sistema operacional Android. A versão Ice Cream Sandwich (4.0) tinha a opção de desbloqueio do aparelho por reconhecimento facial, mas a técnica foi considerada falha, pois especialistas demonstraram que ela poderia ser burlada com o uso de uma fotografia em alta resolução do dono. Para tentar resolver a questão, a empresa inseriu na atualização seguinte, a Jelly Bean, a possibilidade de requisitar um piscar de olhos para o desbloqueio.
Em fórum para desenvolvedores realizado na semana passada, a Intel demonstrou protótipo de smartphone com tecnologia de segurança inspirada em filmes: o reconhecimento de íris. O aparelho usa a câmera frontal para analisar traços únicos dos olhos e o sistema, apesar de ser apenas um conceito, está pronto para ser incorporado aos produtos no futuro.
Gerente de soluções de autenticação biométrica do CPqD, instituição focada na inovação, Graziela Barros afirma não ter dúvida sobre a disseminação do uso da biometria em diferentes aplicativos e dispositivos como ferramenta de segurança digital.
– A demanda por essas soluções está aumentando muito. A biometria não é nova, mas agora sua evolução tecnológica e a queda em seu custo a tornaram acessível para que empresas a incluam em seus produtos e serviços. E esse fenômeno tem sido notável em diversas fabricantes de eletrônicos – afirma Barros, que tem gerenciado a produção de soluções de reconhecimento de face e voz para instituições como bancos.
De acordo com Norberto Alves Ferreira, gerente de plataformas tecnológicas do CPqD, as modalidades de biometria trazem diversas vantagens sobre as senhas convencionais.
– Sem dúvida, além de mais práticas, são mais seguras porque, nesse sentido, protegem os usuários deles mesmos: enquanto uma pessoa pode compartilhar a sua senha sem querer, ou se colocar em uma posição que permita um roubo, isso não acontece com as suas características biométricas – explica Ferreira. – Além disso, um bom sistema biométrico é mais complexo de ser fraudado.
Com a disseminação da chamada internet das coisas – a capacidade de objetos trocarem dados entre si –, e dos aparelhos ditos “inteligentes”, as possibilidades de uso da biometria são ilimitadas.
– Em ambientes como as casas inteligentes, você não deveria inserir sua senha na parede para se identificar. Elas simplesmente deveriam perceber que é você – afirmou a engenheira de segurança biométrica Foteini Agrofioti, da Bionym, em recente palestra no TEDMED, apresentada em Washington e São Francisco, Estados Unidos. – Mas muito do que nós focamos para o futuro não é ligado diretamente à segurança. É também sobre a hiperpersonalização. Sobre como você pode ter uma experiência diferente quando os dispositivos inteligentes ao seu redor sabem quem você é e quais são suas preferências.
Para a pesquisadora, mesmo aspectos físicos singulares e inusitados que ainda são pouco explorados, como linhas dos lábios ou poros da língua e do nariz, podem se tornar ferramentas digitais proveitosas.
No entanto, apesar das possibilidades, ainda há desafios a superar. É o que afirma André Carrareto, especialista em segurança digital da Symantec:
– É preciso que abandonemos as senhas, e a biometria é um caminho para uma interação mais segura entre as pessoas e as máquinas. Entretanto, essa questão não depende só dessa tecnologia em si: é preciso que toda a cadeia em torno dela seja segura. Por exemplo, no caso da pulseira, se o sinal Bluetooth que transporta a digitalização dos batimentos cardíacos puder ser capturado, esse sistema será vulnerável.
Ainda assim, Carrareto acredita que avanço do uso da biometria é inevitável:
– A segurança e a acurácia desses mecanismos são desafios, mas a tendência é que isso seja minimizado a partir da disseminação da tecnologia. E, quanto mais ela for adotada, mais vai avançar contra as tentativas de fraude, num processo de evolução natural. (Colaborou Sérgio Matsuura)
Reproduzido do Globo.com, 19/9/2014; título original “Meu corpo, minha senha: digitais, íris e batimento cardíaco para driblar invasão de contas”
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Os celulares como meios de pagamento
O principal assunto no mundo da tecnologia na última semana foi o lançamento do novo iPhone e do Apple Watch e como eles podem revolucionar o mercado de pagamentos móveis em todo o mundo. Neste momento, em que iPhones estão por toda parte, essa nova funcionalidade pode ser disruptiva na forma como os celulares são utilizados para compras eletrônicas e pagamentos.
Nos últimos anos, a Apple liderou grandes mudanças no comportamento dos usuários ao redor do mundo – do consumo das mídias sociais até as conversas por videoconferência. Com o alto investimento da companhia em pagamento móvel deveremos ver, nos próximos anos, uma rápida aceleração da adoção desse modelo no mercado de massa. E essa explosão não deverá ser conduzida apenas pela Apple, mas por todos os principais players do setor.
Com isso, o tema, certamente, estará nos principais tópicos de discussão dos profissionais de tecnologia e as empresas de data center terão um papel fundamental para facilitar, de forma significativa, a vida das organizações que oferecem pagamentos móveis – mesmo que muitas delas nem estejam cientes.
Na prática, esses aparelhos estarão equipados com tecnologia sem fio de curto alcance, que transmite um sinal de rádio entre o dispositivo e um receptor próximo – chamado tap-to-pay (toque para pagar), que permitirá aos usuários pagarem suas compras com cartões de crédito registrados no iTunes.
Segundo previsão do Gartner, deveremos ter um crescimento anual composto de 35% no volume global e no valor das transações móveis até 2017. A empresa Visa afirma que, até 2020, metade das transações será realizada por meio de dispositivos móveis. A comodidade que a propagação desta forma de pagamento promete é fantástica para os consumidores, mas é também um empreendimento extremamente complexo para as companhias do setor. E é aí que as empresas de data center podem simplificar a equação por meio de um conceito básico chamado de conexões diretas.
Imagine, por um segundo, a segurança necessária para uma única compra em um dispositivo móvel. As empresas precisam ter certeza de que quem está usando o aparelho é realmente você, o que ocorre por meio de uma autenticação de múltiplos fatores. Isso envolve a confirmação simultânea de diversas informações independentes do comprador, talvez uma senha, proximidade física ao endereço da loja e impressão digital. E não podemos esquecer as diferentes conexões entre os bancos, processadores de pagamento, operadores móveis, entre outros, necessários para concluir a compra.
É uma tonelada de dados por usuário, envolvendo cálculos cada vez mais complexos e uma colcha de retalhos de software e serviços por compra. Grande parte do processamento necessário do computador é feito na nuvem e enviado para todo o mundo pela internet. Mas esse processo não precisa, necessariamente, ser complexo. As empresas de data center, com sites espalhados por todo o mundo, já possuem a tecnologia e confiabilidade necessárias para realizar essa operação em tempo real e com segurança. Além disso, os principais players de pagamentos móveis, muitas vezes, já estão dentro dos data centers.
Por meio de uma simples interconexão em um data center, essas companhias podem estabelecer uma ligação direta e segura com todos os parceiros envolvidos no processo. E esta é a diferença entre estar a poucos metros de distância dos demais players ou estar separado por quilômetros de cabos da Internet pública, com as suas preocupações de segurança e desempenho.
Por meio de uma simples interconexão em um data center, essas companhias podem estabelecer uma ligação direta e segura com todos os parceiros envolvidos no processo. E esta é a diferença entre estar a poucos metros de distância dos demais players ou estar separado por quilômetros de cabos da Internet pública, com as suas preocupações de segurança e desempenho.
fonte:Telequest
Internet chega de 1 bilhão de sites
O que começou há 25 anos nos subúrbios de Genebra alcançou este mês uma marca reveladora de sua popularidade: a teia mundial, ou World Wide Web, ou www já reúne 1 bilhão de sites. “Nas contas do internetlivestats.com, recentemente passamos de um bilhão de websites…”, tuitou o ‘pai da criança’, Tim Berners-Lee, na terça, 16/9.
Berners-Lee trabalhava no então Conselho Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN, em francês) e lá apresentou em 1989 a primeira proposta de um sistema de distribuição de informações baseado no uso de hipertexto, inicialmente batizado ‘Mesh’. O primeiro site (info.cern.ch) ele criou em agosto de 1991.
O conteúdo original pode ser acessado em info.cern.ch. A teia começou por descrever-se como uma ampla área hipermídia de recuperação de informações com objetivo de dar acesso universal a um grande universo de documentos. Os sinais são de que teve sucesso.
Segundo o internetlivestats.com, “recentecemente excedemos 1 bilhão de websites, uma marca que, de acordo com nossas estimativas, foi alcançada em setembro de 2014. Dadas as flutuações mensais na conta de websites inativos, a marca de 1 bilhão precisa ser confirmada nos meses adiante”.
Há sites que são removidos. E há uma imensa parcela deles inativos, algo da ordem de 75%, três em cada quatro. Uma projeção apurada é feita a partir da comparação de páginas de cada hotsname no mesmo endereço IP, contando-se apenas os sites com conteúdo único.
Telefônica compra GVT por R$ 14 bilhões em dinheiro, mais ações
Telefónica e Vivendi assinaram acordo definitivo para a venda da GVT para a Telefônica Brasil. Iniciadas em 29/8 – quando os franceses descartaram a proposta da Telecom Italia para negociar apenas com os espanhóis – as tratativas resultaram no acerto pelo pagamento em dinheiro de € 4,663 bilhões (R$ 14 bilhões), além de 12% do capital social da Telefônica Brasil, após sua integração com a GVT.
A Vivendi também decidiu ficar com 1,1 bilhão de ações ordinárias da participação que a Telefónica detém na Telecom Italia. Esta participação representa atualmente 8,3% do capital com direito a voto da companhia italiana (equivalente a 5,7% do capital social) em troca de 4,5% do capital que a Vivendi receberá na sociedade resultante da aquisição da GVT pela Telefônica Brasil. O negócio envolve, assim, R$ 14 bi, mais 5,7% da Telecom Italia e 7,5% da Telefônica Brasil.
Segundo fato relevante publicado na madrugada desta sexta, 19/9, o pagamento total da operação poderá ser financiado por meio da ampliação do capital da Telefônica Brasil. A Telefónica S.A, subscreverá, mediante outra ampliação, sua parte proporcional correspondente à participação de 74% na filial brasileira.
“A assinatura do Contrato e documentos relacionados foi devidamente aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia em reunião do órgão realizada nesta data. Em contraprestação à aquisição das ações da GVT (…) a Companhia pagará aos Vendedores parte do preço em recursos financeiros e parte em ações a serem emitidas pela Companhia, conforme segue:
(i) €4.663.000.000,00 (quatro bilhões, seiscentos e sessenta e três milhões de euros) a ser pago à vista e em dinheiro após os ajustes determinados nos termos do Contrato, na data de fechamento (“Parcela em Dinheiro”);
(ii) ações de emissão da Companhia equivalentes a 12% de ações ordinárias e 12% de ações preferenciais da Companhia após a incorporação de ações da GVTPar (“Parcela em Ações”).”
Para quem gosta, compilei algumas curiosidades do Curiosity em Marte
Vídeo de simulação de 11 minutos do Curiosity, muito legal, em alta definição (quem tem TV ligada na internet vale a pena assistir na TV):
Vídeo de depoimento do time da NASA sobre os "7 minutos de terror", que anteciparam o pouso do robô:
Os dois robôs anteriores que chegaram em Jan/2004, o Opportunity que ainda está operacional e o Spirit, tinham 185Kg, detalhes em http://en.wikipedia.org/wiki/
O novo robô em Marte chama-se Curiosity rover (http://en.wikipedia.org/wiki/
Curiosity_rover) pesa 899Kg, tem 17 câmeras de 1600x1200 pixels e um laboratório.
A velocidade de transmissão de dados é de apenas 32Kbps com comunicação direta com a Terra. Os dados levam quase 14 min para chegarem na Terra.Tem bateria de 4,8Kg de plutônio-238 para duração de 14 anos e painel solar para produção de 0,6KW hora.
Ele utiliza 2 sondas satélites (MRO e ODY) que estão na órbita de marte e conseguem até 2Mbps e 256Kbps respectivamente em cada sonda, mas só conseguem comunicação com a Terra durante 7 ou 8 min por dia, pois depende dos alinhamentos.
Sobre as sonda MRO Mars Reconnaissance Orbiter lançada em Ago/2005 e ODY Odyssey lançada em Abr/2001 (previsão operacional de 3 anos e ainda está ativo), veja em:
O Curiosity foi tranportado pelo laboratório MSL Mars Science Lab (http://en.wikipedia.org/wiki/
Mars_Science_Laboratory) de quase 4 toneladas viajando numa velocidade de 15.000 ~ 25.000 Km/h (4~7Km/s). Foi lançado pelo foguete Ariane no Cabo Canaveral em 26/11/2011, colocado em órbita e chegou em Marte em 06/08/2012.
Veja vídeo de simulação do MSL e a monitoramento pela sonda marcianas:
Distância percorrida pela viagem até Marte - 560 Milhões de Km (trajetória orbital em espiral logarítmica:http://www.fisica.ufs.br/egsantana/celeste/espiral/espiral.htm )
assista vídeo da órbita do MSL:
Distâncias aproximadas em Km:
Terra - Sol - 150Milhões (só curiosidade para comparação)
Terra - Marte - varia de 55Milhões a 380 Milhões (entenda essa variação: http://www.zenite.nu/ ), a maior aproximação de Marte em relação à Terra foi em 2003, esse recorde permanecerá até 28 de agosto de 2287 (http://www.sentandoapua.com.
br/astronomia/nightsky03.htm)
Site da NASA com outras informações: http://www.nasa.gov/mission_pages/msl/index.html
Cronologia da guerra da conquista de Marte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Cronologia_das_miss%C3%
Boa diversão...
Veículos híbridos terão imposto de importação reduzido
Alíquota passará de 35% para mínima de zero e máxima de 7% até 2015
O governo decidiu reduzir de 35% para até zero o imposto de importação de veículos híbridos até 31 de dezembro de 2015, em uma reunião realizada na quinta-feira, 18, pelo conselho de ministros da Câmara de Comércio Exterior, a Camex, presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a partir da inclusão de novos produtos na Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum, Letec.
Conforme a decisão, estão incluídas na redução da alíquota os automóveis sem tecnologia de recarga externa, de cilindrada entre 1.0 e 1.5, com capacidade para até seis passageiros, incluindo o motorista, cuja redução de imposto vai de 35% para zero, 2%, 4%, 5% e 7%, dependendo do ex-tarifário a ser enquadrado. Veículos híbridos com cilindrada superior a 1.5 e inferior a 3.0, também foram incluídos nas mesmas condições.
Na nota, o MDIC informa que os veículos serão enquadrados no ex-tarifário correspondente a partir de seu nível de eficiência energética. A lista completa dos ex-tarifários, que integrará a resolução da Camex, ainda será publicada no Diário Oficial da União (DOU).
A medida reflete a aceitação de um pleito da Anfavea, associação das montadoras instaladas no País, que em julho de 2013 entregou ao governo um pedido de isenções imediatas de impostos para alavancar no Brasil as tecnologias alternativas de propulsão, com foco na redução de emissões.
“Esta redução de imposto de importação para veículos híbridos faz parte de um conjunto de medidas necessárias para a criação de um mercado e atração de investimentos para a produção nacional de veículos que usem novas tecnologias de propulsão. A introdução dessas novas tecnologias vai disponibilizar ao consumidor veículos com maior eficiência energética, e com reduzida emissão de poluentes. A decisão também contribui para a qualificação de mão de obra, além de incentivar o desenvolvimento de engenharia e fornecedores locais”, informa a Camex em nota. Tratores também ganham redução.
Conforme a decisão, estão incluídas na redução da alíquota os automóveis sem tecnologia de recarga externa, de cilindrada entre 1.0 e 1.5, com capacidade para até seis passageiros, incluindo o motorista, cuja redução de imposto vai de 35% para zero, 2%, 4%, 5% e 7%, dependendo do ex-tarifário a ser enquadrado. Veículos híbridos com cilindrada superior a 1.5 e inferior a 3.0, também foram incluídos nas mesmas condições.
Na nota, o MDIC informa que os veículos serão enquadrados no ex-tarifário correspondente a partir de seu nível de eficiência energética. A lista completa dos ex-tarifários, que integrará a resolução da Camex, ainda será publicada no Diário Oficial da União (DOU).
A medida reflete a aceitação de um pleito da Anfavea, associação das montadoras instaladas no País, que em julho de 2013 entregou ao governo um pedido de isenções imediatas de impostos para alavancar no Brasil as tecnologias alternativas de propulsão, com foco na redução de emissões.
“Esta redução de imposto de importação para veículos híbridos faz parte de um conjunto de medidas necessárias para a criação de um mercado e atração de investimentos para a produção nacional de veículos que usem novas tecnologias de propulsão. A introdução dessas novas tecnologias vai disponibilizar ao consumidor veículos com maior eficiência energética, e com reduzida emissão de poluentes. A decisão também contribui para a qualificação de mão de obra, além de incentivar o desenvolvimento de engenharia e fornecedores locais”, informa a Camex em nota. Tratores também ganham redução.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
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