quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Antievaporador diminui a evaporação de represas

Invento evita evaporação de represas e gera energia
O aparato funciona como uma capa protetora para a superfície da água,
diminuindo o fluxo de evaporação.[Imagem: RePower Design]

Antievaporadores

Se as chuvas não enchem as represas, pode ser possível evitar que uma parte da água evapore, restando mais para abastecer a população ou gerar energia.

Esta é a ideia de Moe Momayez e Nathan Barba, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

Eles desenvolveram uma estrutura, que batizaram de Hexocover, que não apenas retarda a evaporação da água, como também pode servir de suporte para a geração de energia.

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O dispositivo é formado por painéis hexagonais flutuantes que conectam bolas de 10 centímetros de diâmetro, formando uma capa protetora para a superfície da água, diminuindo o fluxo de evaporação.

Os dois inventores afirmam que o Hexocover – cuja estrutura é toda feita de plástico – pode suportar painéis solares, que aproveitariam a área para gerar eletricidade.

Simplificação

O protótipo é repleto de acessórios para ajudar a vender a ideia, incluindo sistema de propulsão, GPS e conexão sem fios, que permitem que os painéis sejam movimentados ou rearranjados à distância.

Mas talvez o grande teste a ser aplicado pelo mercado seja o do custo: cobrir grandes represas é uma ótima ideia para preservar os recursos hídricos, mas não pode sair mais caro do que construir outra represa.

A tecnologia já foi licenciada para uma empresa privada, que pretende abrir seu mercado atendendo as necessidades de empresas mineradoras, que precisam manter represas altamente controladas para evitar o vazamento de rejeitos tóxicos ou poluentes, e não conseguem ampliá-las facilmente.


7 atitudes dos pais que irão impedir os seus filhos de se tornarem lideres


Todos os pais querem, sempre, o melhor para os seus filhos. Querem que sejam educados e boas pessoas, mas não totós. Que sejam altruístas e solidários, mas não esbanjadores. Que sejam criativos e de mente aberta, mas não demais. Que sejam livres e viajados, mas que se mantenham por perto. Que sejam cultos e informados, mas não prepotentes. Que sejam bem estruturados e que saibam dizer “não” quando necessário, mas que o façam por eles e não por alguém. Que sejam influenciadores e não influenciados. Que se distingam mas não sejam diferentes. Que tenham bom carácter, sentido de humor e que não façam asneiras gratuitas, porque nós já as sabemos (quase) todas e se não as conseguirmos evitar, então estamos a fazer um mau trabalho.

Acontece que, muitas vezes, a forma como os educamos, não se coaduna com o resultado final que esperamos obter. O amor pelos filhos e a necessidade que temos de os proteger, levam-nos a ter atitudes e comportamentos que irão impedi-los de ser mais autónomos, mais  perseverantes e de se tornarem líderes.
Dr. Tim Elmore, fundador da Growing Leaders, uma organização sem fins lucrativos, que ajuda a desenvolver líderes emergentes sob a filosofia de que, cada criança nasce com qualidades de liderança.

Elmore, revela que muitos pais tratam as suas crianças e adolescentes com mimos e comportamentos super-protetores, impedindo o seu crescimento pessoal, o desenvolvimento da sua autonomia e consequentemente as suas capacidades de liderança.
Aqui estão 7 dos comportamentos, identificados por Elmore, que devem ser evitados para que o seu filho se torne um líder capaz, quer de empresas ou da sua própria vida:
1. Não deixamos que as crianças corram riscos.


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Vivemos num mundo que em cada esquina recebemos alertas de perigo. “A segurança em primeiro lugar” reforça o medo de perdermos os nossos filhos, e por isso, faremos de tudo para protegê-los. Mas isolá-los de riscos saudáveis terá um preço a pagar. Um estudo realizado por psicólogos Europeus  descobriu que, uma criança que não brinca na rua, não sobe às árvores e não esfola os joelhos, irá desenvolver fobias que se manifestarão em adultos. As crianças precisam de cair algumas vezes e os adolescentes precisam de sofrer um desgosto amoroso, para ganharem a maturidade emocional que as relações duradouras necessitam. Se os pais controlarem os riscos de vida das crianças, estas provavelmente irão crescer arrogantes e com baixa auto-estima.
2. Socorremos os nossos filhos muito depressa
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As crianças de hoje, não desenvolvem as mesmas capacidades de “desenrasque” que as de há 30 anos atrás, porque os riscos aumentaram e nós tentamos amparar todas as quedas aos nossos filhos. Quando os socorremos muito depressa estamos a eliminar quaisquer hipóteses  tentarem resolver sozinhos os problemas. Sabem que, aconteça o que acontecer, tudo irá ficar resolvido…pelos pais. Na realidade isso não é, nem remotamente, o espelho de como o mundo funciona e, portanto, irá desabilitar as nossas crianças de se tornem adultos competentes. Se nasceu nos anos ’70 ou ’80, veja o vídeo abaixo:



3. Elogiamos gratuitamente (Ver post sobre este tema)


Elogio

O elogio fácil pode fazer com que uma criança se sinta bem no momento, mas é um erro que a longo prazo terá resultados desastrosos. As crianças vão eventualmente perceber que os pais são os únicos que os acham fantásticos, e vão começar a duvidar da sua objetividade. Quando se elogia muito facilmente, e se ignora o mau comportamento, as crianças aprendem a enganar, mentir e exagerar para evitar a dura realidade, pois não foram habituados a confrontá-la.

4. Deixamos que a culpa seja um obstáculo à liderança


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Os vossos filhos não têm de vos amar a cada minuto das vossas vidas. Eles vão aprender a lidar com o desapontamento, mas nunca vão deixar de ser mimados. Diga-lhes “não” agora, porque fará com que lutem pelo que realmente querem e precisam. O sucesso depende das boas ações, e nunca se deve recompensar um filho com bens materiais: assim nunca vão dar valor à motivação intrínseca, mas sim à  material.

5. Não partilhamos os nossos erros passados.
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Os adolescentes saudáveis ​​vão querer abrir as asas e voar, e nós sabemos que têm de aprender com as suas experiências e com os seus próprios erros. Nós, como adultos, devemos deixá-los voar mas isso não significa que não os possamos ajudar. Partilhe com eles os erros relevantes que fez quando era da sua idade (sem tom de lição, nem “eu avisei”). Essa partilha irá ajuda-los a fazer melhores escolhas. As crianças devem preparar-se para enfrentar as consequências de suas decisões. Nós não somos a única influência sobre nossos filhos, por isso devemos tentar ser a melhor influência.

6. Confundimos inteligência, talento e influência, com maturidade
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A inteligência é muitas vezes usada como uma unidade de medida da maturidade de uma criança e, os pais assumem que uma criança inteligente está pronta para o mundo, quando não é necessariamente verdade. Não há uma idade mágica em que devemos dar mais liberdade ou responsabilidade às crianças. A regra de ouro é, observar outras crianças da idade deles, e perceber o que fazem uns e outros . Não apresse nem atrase a independência dos seus filhos. Crescer tem um tempo próprio. Lembre-se sempre da idade dos seus filhos antes de se tornar mais permissivo, ou de lhes atribuir determinadas responsabilidades.

7. Não praticamos o que pregamos

Como pais, é da nossa responsabilidade “moldar” a vida que queremos para os nossos filhos. Para ajudá-los a construir o (bom) carácter, e a tornarem-se confiáveis e responsáveis ​​pelas suas palavras e ações, temos de dar o exemplo com atitudes e não com palavras. Ensine aos seus filhos o significado de ajudar o próximo, a ser voluntário, a deixar os locais melhor do que os encontrou, a cumprimentar as pessoas no dia a dia, e a tratar toda a gente como igual. Os seus filhos estão a observá-lo e a aprender com os seus atos. Ensine-os a ter escolhas éticas. É a primeira qualidade para virem a ser lideres. Lideres, e FELIZES.

Fonte:  forbes


Torradeira imprime selfie no pão


Uma das palavras mais comentadas em 2014 foi “selfie”. Nessa onda, a Vermont Novelty Toaster Corporation, fábrica de torradeiras criativas, lançou uma que imprime sua selfie no pão.
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  1. É preciso tirar uma foto em boa resolução e enviar para a empresa, que por sua vez, vai cortar uma chapa de metal no formato da foto. Esta chapa é colocada dentro da torradeira e assim, toda vez que você colocar o pão, sua selfie estará estampada.

O produto custa US$ 75 (cerca de R$ 200) e o prazo dado pela companhia é de mais ou menos uma semana até que seja entregue na sua casa. Se você se interessou, acesse o site da empresa e peça o seu.

Influência dos elogios no desempenho das crianças.

Os pais, regra geral têm tendência a elogiar os filhos pelos seus feitos. Tudo começa quando eles são bem pequeninos, e fazem cocó sozinhos (sem bebé gel) aos 3 dias de gente: “Espetacular, conseguiu logo, vê-se que é uma criança determinada”.
Pronto! Começou a asneirada.
Todos sabemos que os nossos filhos, ao nossos olhos, são perfeitos. Mas os pais tornam-se perfeitos idiotas quando elogiam excessivamente uma criança: 1º porque ela não é estúpida, sabe que a sua primeira letra não foi fantástica, foi razoável. E se não se aperceber na altura do elogio vai perceber quando escrever o alfabeto completo, voltar ao início do livro e se deparar com as suas primeiras palavras escritas; 2º porque estamos a abrir a porta à preguiça, e à insolência (na melhor das hipóteses) .
Há elogios positivos, que reforçam a auto-estima dos miúdos, fazendo com que queiram continuar a tentar realizar tarefas. Há outros que são ocos, frívolos e apenas afagam o ego dos pais que muitas vezes não despendem o tempo que queriam com os seus filhos, e elogiam-nos constantemente para reforçar algo que não sabem bem o que é. Eu faço-o às vezes. E no momento sinto-me bem, mas sei que a longo prazo estou a fazer-lhes mal!
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O Psicólogo e Mestre em Educação Marcos Meier, realizou uma palestra sobre “A Influência dos Elogios no Desempenho das Crianças e na Formação de Valores” em que documenta de forma muito interessante este tema.
“Recentemente, um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, que elas executariam, contudo, sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.
O grupo A foi elogiado quanto à inteligência: “Uau! Como você é inteligente!”, “Como você é esperto!”, “Que orgulho! Você é genial!”… E outros elogios relacionados à capacidade de cada criança.
O grupo B foi elogiado quanto ao esforço: “Parabéns! gostei de ver o quanto você se dedicou nesta tarefa!”, “É muito bom ver o quanto você se esforçou!”, “Como você é persistente! Tentou, tentou, até conseguir… Muito bem!” E outros elogios relacionados ao investimento realizado e não às capacidades percebidas na criança.
Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Aqui, elas podiam escolher se queriam ou não participar da mesma.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A não participou.
Não quiseram nem tentar. Por outro lado, as crianças do grupo B aceitaram o desafio. Não recusaram a nova tarefa.
A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. A maioria das crianças, elogiadas apenas pela sua inteligência e esperteza, não quiseram se arriscar a errar, pois o erro poderia modificar a imagem que os adultos tinham delas. Já as crianças elogiadas pelo seu esforço, dedicação à tarefa ou persistência, se dispuseram a tentar, porque independente do resultado da sua ação, a sua postura frente ao trabalho é que seria reconhecida.
Sabemos de “N” casos de jovens considerados muito inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” conquistam essa vitória. Os “inteligentes”, muitas vezes, confiam na sua capacidade e deixam de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não estudassem muito não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram em cada uma das disciplinas.
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra os preconceitos, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, com enfoque apenas no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks, e incentivos ao comportamento esperado.
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Nossos filhos precisam ouvir frases, como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “Parabéns, meu filho, por ter dito a verdade apesar de estar com medo… Você é ético”, “Filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção a sua colega novata ao invés de tê-la excluído, como algumas de suas colegas o fizeram… Você é solidária”, “Isso mesmo, filho; deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”.
Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança, que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.
Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é, amor!”, “Acho você muito esperto, meu filho!”, “Como você é charmoso!”, “Que cabelo lindo!”, “Seus olhos são tão bonitos!”.
Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos. ou atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, essas crianças estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.
Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas das montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, têm copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.
Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.”
Psicólogo e Mestre em Educação, Marcos Meier

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Estacionamentos oferecem sombra e energia solar

Uma ideia criativa implantada em algumas cidades dos Estados Unidos pode resolver o problema de quem estaciona seu carro no sol e, ao mesmo tempo, gerar mais energia para o país. No Brasil esse tipo de instalação teria um rendimento muito maior, por conta do nosso clima tropical.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Laboratório Nacional de Lawrence, em Berkeley, a maioria das cidades dos Estados Unidos possui de 35% a 50% de pavimento construído. Deste índice, cerca de 40% está em estacionamentos. A grande quantidade de asfalto e concreto absorve a energia do sol e gera o efeito “ilha de calor urbano”, em que o centro das cidades fica mais quente que as áreas ao redor.
Dependendo do tamanho da estrutura dos painéis solares, é possível gerar uma grande quantidade de energia. Num local que possui 280000 metros quadrados de área, por exemplo, o estacionamento solar pode produzir até 8 megawatts de energia, o suficiente para abastecer mil casas. Um benefícios em relação à energia é que os painéis também possuem uma estética diferente e moderna, além de evitar que os motoristas voltem aos seus carros quentes depois de passar horas num shopping ou em um evento no verão. A Agência de Proteção Ambiental e o Departamento de Energia dos Estados Unidos afirmam que estacionar na sombra contribui significativamente para a economia de combustível do veículo, já que, no calor, o sistema gasta mais para arrefecer o carro com o ar condicionado.
Apesar de todas as vantagens, os estacionamentos solares ainda não são muito comuns. O alto custo das instalações tem sido determinante para que muitos empresários deixem de lado a inovação. “Esse é o tipo mais caro de sistema para construir. Exige muito mais engenharia, mais aço, mais trabalho e gera uma porcentagem relativamente pequena de energia solar. Mas está crescendo, e o custo para instalar uma cobertura solar hoje é menor do que o custo para instalar um telhado alguns anos atrás”, afirmou Chaise Weir, da empresa TruSolar, em entrevista ao jornal The Washington Post.
Por enquanto, os estacionamentos solares são populares apenas entre as grandes empresas, que podem pagar os custos elevados de instalação e usam a novidade como um diferencial em seus ambientes corporativos. O hotel de luxo The Phoenician, localizado no Arizona, também adotou a ideia. O projeto foi lançado no dia 14 de janeiro e conta com 2 mil painéis solares que geram cerca de 600 quilowatts/hora de energia.
O estádio FedEx Field, em Washington, abriga uma das coberturas solares mais famosas do país. Em apenas três meses, mais de 8 mil painéis foram instalados cobrindo 841 vagas de estacionamento. A estrutura é suficiente para suprir 20% da energia que o estádio precisa em dias de jogo e, quando não há eventos, o painel solar supre toda a energia necessária no local.
Para Laurence Mackler, fundador da empresa Solaire Generation, que constrói as garagens solares, muitos empresários ainda não instalaram os painéis em suas instituições por causa da falta de incentivos financeiros.
A conclusão de Laurence foi reafirmada por um relatório de pesquisa de mercado divulgado em 2014 pela empresa GTM Research. De acordo com o documento, os estacionamentos solares estão surgindo principalmente no Arizona, Nova Jersey, Massachusetts, Nova York e Califórnia, Estados que oferecem um leque de incentivos financeiros do governo para apoiar o seu desenvolvimento. “Como os projetos de garagem são mais caros, eles têm uma dependência maior dos incentivos estaduais”, confirmou Scott Moskowitz, co-autor do relatório e analista de energia solar da GTM Research. A expectativa dos empresários é de que os custos de instalação comecem a cair e, em breve, o mercado de painéis solares deve se espalhar pelos Estados Unidos, diminuindo o calor dos motoristas e gerando mais energia nas cidades.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Janela inteligente "respira" para gerar sua própria energia

Janela eletrocrômica Inteligente



Janela que respira oxigênio
Pesquisadores de Cingapura desenvolveram uma janela inteligente que pode escurecer ou clarear sem a necessidade de uma fonte de energia externa.

A janela que muda de cor não requer eletricidade para funcionar, como também ela própria é uma bateria recarregável, a energia capturada e armazenada pela janela pode ser usada para outras finalidades, como alimentar aparelhos eletrônicos de baixa potência ou fontes de luz à base de LEDs.

A janela inteligente muda suas propriedades de transmissão de luz à luz do dia, assumindo uma tonalidade azul, o que reduz a penetração da luz em cerca de metade. À noite, ou quando necessário, ela volta a ser um vidro transparente.

Mas ela faz mais do que isso: a janela é também uma bateria que se recarrega usando apenas o ar ambiente.

“Nossa nova janela inteligente eletrocrômica é bifuncional: ela é também uma bateria transparente. Ela carrega e fica azul quando há oxigênio presente no eletrólito – em outras palavras, ela respira,” explica o professor Sun Xiao Wei, da Universidade Tecnológica de Nanyang.

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A janela inteligente usa uma mudança de cor totalmente reversível e capta sua
própria energia do ar ambiente.[Imagem: Jinmin Wang – 10.1038/ncomms5921]


Azul e branco da Prússia
O dispositivo consiste em um eletrólito líquido colocado entre duas folhas de vidro revestidas com óxido de índio-estanho (ITO), o mesmo material usado como revestimento em telas sensíveis ao toque.

Uma das folhas de vidro é revestida com uma camada adicional de um pigmento conhecido como azul da Prússia, enquanto a outra fica ligada a uma tira fina de alumínio, compondo o circuito da bateria recarregável.


As duas folhas de vidro são conectadas por fios elétricos comuns. Quando o circuito elétrico entre elas é quebrado, inicia-se uma reação química entre o azul da Prússia e o oxigênio dissolvido no eletrólito, tornando o vidro azul. Para voltar a ser transparente, o circuito elétrico é fechado para descarregar a bateria, transformando o azul da Prússia em um incolor branco prussiano.


A equipe anunciou que está melhorando sua invenção enquanto aguarda acordo com parceiros da indústria para comercializar a tecnologia.

Bibliografia:
A bi-functional device for self-powered electrochromic window and self-rechargeable transparent battery applications
Jinmin Wang, Lei Zhang, Le Yu, Zhihui Jiao, Huaqing Xie, Xiong Wen Lou, Xiao Wei Sun
Nature Communications
Vol.: 5, Article number: 4921
DOI: 10.1038/ncomms5921

Ideias para organizar melhor o seu tempo e melhorar a produtividade


Em janeiro, costumamos traçar planos e metas para o ano que chega. Entre eles, ser mais produtivo e otimizar melhor o tempo está na lista de muitos profissionais. Por isso, selecionamos algumas dicas para que você possa organizar melhor o seu tempo e melhorar a sua produtividade.

Ao fazer a gestão do seu tempo, você consegue antecipar suas atividades, definir melhor a prioridade de suas tarefas, focar esforços em atividades relevantes, estar pronto para eventos inesperados, aproveitar melhor o tempo para o seu próprio desenvolvimento.


Planeje suas atividades:

Faça uma lista com todas as suas tarefas do dia, em seguida, visualize-a. Desta forma, você consegue controlar melhor suas demandas. Além disso, é possível definir melhor as prioridades e o tempo gasto em cada uma delas.




Siga o seu planejamento:

Mão deixe que os imprevistos tornem-se rotina. Por isso, na medida do possível, execute aquilo que planejou, assim, nenhuma tarefa vai passar desapercebida.





Divida as suas metas:

Muitas vezes demoramos mais tempo que o necessário ou acabamos desistindo de algumas metas, porque elas são muito grandes ou ambiciosas. Mas, se dividirmos em submetas, acabam tornando-se mais plausíveis de serem realizadas.



veja 5 exercícios queima-gordura  1



Alterne tarefas difíceis com fáceis:

Distribua, ao longo do seu dia, demandas que exijam foco total com aquelas que não necessite tanta concentração. Desta forma, você evita estresse de muitas tarefas complexas seguidas.





Não seja refém da sua caixa de entrada:

Perdemos muito tempo lendo e-mails durante o dia. Muitos têm o hábito de responder imediatamente às mensagens recebidas. Por isso, tire as notificações de novos e-mails e crie uma rotina de verificar a sua caixa de entrada. Em seguida, faça um trabalho de triagem e não de resposta imediata. Desta forma, o seu dia não é organizado de acordo com os e-mails recebidos e, sim, conforme o seu planejamento.





Faça pautas antes de reuniões:

Quando não se define exatamente sobre o que será falado durante uma reunião, a tendência é perder a objetividade e alongar o tempo de duração. Para evitar os desvios de assunto, faça uma pauta e tente, na medida do possível, segui-la.





Defina o seu “Horário Nobre”:

Existem pessoas que trabalham melhor de manhã, outras de noite. Procure saber em qual período do dia você é mais produtivo e, sempre que possível, adapte a sua agenda para que as principais tarefas sejam feitas no seu “ horário nobre”.





Organize-se:

Sempre quando precisamos daquela informação importante temos pouco tempo para procurá-la no nosso e-mail ou naquela anotação feita durante uma reunião. Para evitar essa perda de tempo, mantenha seu ambiente de trabalho organizado, seja o físico (mesa, gavetas etc.) ou o virtual (e-mail, área de trabalho, pasta de documentos).





Evite distrações:

Nos dias de hoje é inevitável não se distrair ao longo do dia. Redes sociais, mensagens no celular, portais de notícia, parada para o café, entre outros, estão aí para tirar o nosso foco. Separe alguns minutos do dia para essas distrações, mas não deixe que elas dominem o seu tempo. Por exemplo, a cada duas horas trabalhadas, separe 10 minutos para as distrações.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Sistemas podem quando for acrescentado 1 segundo a mais para sincronizar os relógios em 30/06/2015.

Fornecedores de sistemas e aplicações que apresentaram problemas no último leap second, em 2012, estão atentos para que as falhas não se repitam em 30 de junho deste ano, quando um segundo será acrescentado para sincronizar os relógios atômicos à rotação da Terra. Ainda que não seja preciso temer o leap second como se ele fosse um novo Bug do Milênio, alguns cuidados devem ser tomados para se preparar para possíveis falhas em sistemas operacionais, site e aplicativos.



A Red Hat, fornecedora de soluções Linux, afirma que trabalhou para corrigir eventuais erros. O próprio criador do sistema Linux, Linus Torvalds, disse à revista Wired que as pessoas precisam se acalmar sobre o tema. Em entrevista ao portal da Abranet, Boris Kuszka, gerente dos arquitetos de soluções da Red Hat, explicou que o bug no Kernel do Linux acometeu usuários apenas dos Estados Unidos onde se usa o Protocolo de Tempo para Redes (NTP) para sincronização dos servidores. “No Brasil, usamos servidores de tempo local e nossos usuários não tiveram impacto. Nenhum cliente da Red Hat teve problemas”, disse. 

Em 2012, dois erros foram constatados: aumento para 100% do uso de CPU e travamento do sistema. Ambos, na maioria dos casos, foram solucionados com a reinicialização dos sistemas. Para evitar problemas neste ano, a Red Hat diz que fez correções e rodou aplicativos de testes. Os clientes que usam RHEL 6.4 adiante não devem ser afetados pelo problema, pois o sistema já está preparado. Para quem usa versões anteriores, a Red Hat publicou correções no site para serem baixadas e aplicadas. Os clientes também podem rodar aplicativos de testes. “É muito improvável que haja erros ou que apareçam novos”, afirmou.  

De acordo com Boris Kuszka, muitas empresas procuraram fazer atualizações via o site, mas não houve abertura de chamados focados no leap second. Outra que teve problemas foi a Amadeus, fornecedora de soluções para o segmento de turismo, especialmente para gestão de reservas das companhias aéreas. Contatada pela Abranet, a empresa, sem dar mais detalhes, disse que está monitorando de perto as discussões da indústria sobre o próximo leap second e seguindo os padrões das melhores práticas. O planejamento, afirmou a Amadeus, está sendo feito e “estamos nos preparando para garantir uma transição suave”.  

Já a estratégia do Google será de acrescentar milissegundos de forma gradual aos relógios de seu sistema no dia 30 de junho para evitar falhas. Mas fazer o relógio andar mais rápido não é uma solução que serve para todas as empresas, provedores de Internet ou sites, conforme explicou Antonio M. Moreiras, gerente da área de projetos do NIC.br. “Será um dia fora de sincronismo, o que para um banco, por exemplo, pode não ser viável”, disse o especialista. Procurado por este noticiado, o Google no Brasil recusou, por meio de sua assessoria de imprensa, a dar entrevista ou qualquer posicionamento sobre o assunto.

Aplicativos baseados em Java também falharam em 2012. Segundo relatos da época, aplicações em Java, rapidamente, começaram a usar 100% da CPU e a empresa publicou instruções aos clientes. Para este ano, a Oracle, propritária do Java, deixou disponível em seu site algumas instruções. Até o fechamento desta reportagem, a assessoria de imprensa da Oracle no Brasil não havia respondido à solicitação de entrevista. O gerente da área de projetos do NIC.br, Antonio Moreiras, escreveu um artigo detalhando o impacto do leap second no Brasil.

Fonte:Convergência Digital

Décadas de inovações tecnológicas hoje cabem dentro de um smartphone

Entre 1875 e 1930, o mundo recebeu a invenção do telefone, do fonógrafo, da lâmpada incandescente, do rádio, do avião e da televisão, para ficar só nas mais conhecidas.
Cada vez mais, os assuntos se relacionam com um único aparelho: o smartphone, o computador de bolso que ocupa posição central em nossa vida social, comunicação, entretenimento e trabalho. O smartphone consegue reunir em um só aparelho todas as invenções que escolhemos para compor esse artigo. Nem a mais criativa das mentes de 1875 conseguiria imaginar algo assim.
Telefone
O telefone chegou rápido ao Brasil. No ano seguinte a estreia da invenção de Alexander Graham Bell, 1878, Dom Pedro II solicitou a instalação de linhas conectando o Palácio do Quinta da Boa Vista às residências de seus Ministros. Mas, diferentemente do que aconteceu nos EUA, o aparelho era acessível a poucos. Na virada do século, a lista telefônica da cidade de São Paulo precisava de apenas uma folha para conter todos os proprietários de linhas. Noventa anos depois, uma linha telefônica ainda era um bem caro. Apenas neste milênio, a maior parte dos brasileiros passou a contar com telefone próprio. De acordo com a Agência Nacional das Telecomuniações (Anatel), eram quase 278 milhões de linhas de celular no País em agosto de 2014.
Televisão 
A tela que viria a ocupar as salas dos brasileiros a partir de 1950, quando estreou a TV Tupi, mexia com a imaginação de todos. “Em 1948, as notícias que nos chegam dos EUA sobre os progressos da televisão são verdadeiramente alucinantes. “Dentro em pouco, talvez ninguém vá mais aos teatros, aos cinemas e às praças de esporte.” Por sorte, as coisas não foram bem assim.
GPS
Neste exato momento, há algumas dezenas de satélites de GPS orbitando em volta do planeta. Trata-se de uma “constelação”, como é denominado um grupo de satélites trabalhando em conjunto. Nem lembramos de sua existências, mas eles nos fornecem informações ininterruptas sobre localização e hora, utilizadas em centenas de aparelhos e aplicativos. Em 1957, havia apenas um satélite, o pioneiro soviético Sputnik, acompanhado com interesse por todos os terráqueos. Em 1958,a Sociedade Interplanetária Brasileira enviou carta à diretora da Academia Ciências de Moscou informando “que as más condições atmosféricas impediram a observação visual do Sputnik III em São Paulo e Bauru”.
Wi-Fi
“Qual a senha do Wi-Fi?” é uma pergunta que fazemos praticamente todos os dias. Pouco se sabe sobre sua origem, porém, baseada em um sistema de transmissão de frequências desenvolvido pela atriz e inventora austríaca Hedy Lamarr nos anos 40, ao lado do compositor George Antheil. Seu objetivo era criar uma tecnologia para causar interferência no sinal de torpedos teleguiados nazistas. Mas na época, nos papeis dos jornais, só se falava na Hedy do cinema.
Fonógrafo
Chamado em 1878 de “radical transformação do telephone”, o fonógrafo de Thomas Edison causou admiração por ter “vencido” o tempo ao possibilitar a reprodução de um som gravado “daqui a uma hora, no dia seguinte, daí a dez anos ou mais e quase tantas vezes quantas lhe der na fantasia”. Não podia se imaginar na época a milionária indústria que se desenvolveria a partir do aparelho ao longo do século 20, da qual Thriller, de Michael Jackson, é a apoteose (65 milhões de cópias e contando). Mais de 30 anos depois, a indústria está irreconhecível, mas o som gravado está em mais lugares do que nunca.
Internet
“A Arpanet criou uma nova tecnologia que permite a liberação rápida e sem erros de mensagens. Ela está atualmente sendo usada como uma rede de distribuição de meios, pela qual serviços únicos em cada um dos centros de computação tornam-se disponíveis para todos os usuários da rede. Arquivos, programas, fontes de informações e sistemas de operação são distribuídos através da rede.” É assim que o cientista Leonard Kleinrock, do Massachussets Institute of Technology (MIT) descreveu, em 1975, o sistema que deu origem à internet.
Computador


Em matéria sobre os ataques aliados no fim da Segunda Guerra, o Jornal "O Estado de São Paulo" destaca a tecnologia dos aviões britânicos que contém “uma caixa retangular denominada computador”. Nas décadas seguintes, cada vez menos precisou se explicar o que era um computador, mas ele só foi fazer parte do dia a dia das pessoas na década de 90. Vinte anos depois, cada um de nós carrega um computador de bolso. E dos potentes.
Fotografia
Qualquer usuário de celular produz milhares de fotos por ano nos dias de hoje. Durante seu primeiro século de existência, a fotografia era reservada para eventos especiais. Havia pouco lugar (ou filme) para a banalidade do dia a dia. Em fotos de São Paulo no século 19 (acima), pessoas posando são uma visão rara, com as lentes preferindo tomadas gerais e construções. Por outro lado, certas manias atuais já se faziam notar naquele tempo. “Ou as austríacas são celestiais ou o fotógrafo corrigiu o cristal com pincel de poeta”, especulava-se em 1879 sobre fotos de moças de Viena expostas em Paris, sugerindo possível uso de trucagens ancestrais do Photoshop.
Videogame
Xbox, PlayStation e Nintendo são sucessores de outras máquinas de jogo, bem maiores, jogadas nos chamados fliperamas. Com o sucesso de Pong, de 1972, deu-se início a um mercado que movimentaria bilhões. Em 1977, especulava-se as polêmicas proibições às casas de fliperamas, tratados como máquinas de “jogos de azar”. “Sobre essa polêmica nunca mais houve dúvidas. Basta passar algumas horas na maior loja da cidade, na avenida São João com a Ipiranga, para ver aficionados fazer sempre o maior números de pontos que a máquina permite.”
Microchip
Microprocessadores ou circuitos integrados são parte tão vital do nosso cotidiano que já conhecemos seus detalhes: A7 ou A6; dois ou quatro núcleos; Intel ou Qualcomm. Eles são o cérebro do computador ou smartphone e geralmente são feitos de silício. “Decisivo para a espetacular miniaturização dos equipamentos eletrônicos”, o primeiro circuito integrado foi montado pelo engenheiro norte-americano Jack Kilby em 1958. Seu desenho, tamanho e poder evoluiu desde então. Nos anos 70, diminutos chips “multifuncionais” possibilitaram os relógios digitais com funções como jogos e temperatura.
Fonte: O Estado de São Paulo.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Ótimo 2015 !!!


Desejo a todos os leitores e amigos um ótimo 2015, repleto de saúde, felicidades e novidades!