sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Muitas pessoas trocariam um salário melhor por um trabalho mais flexível


O quarto e último volume da série de pesquisas New Way to Work (NW2W), desenvolvida pela Unify, revela que a flexibilidade no trabalho começa a se tornar bem atrativa. De acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados disseram que preferem um modelo flexível de trabalho ao invés de um aumento salarial. O estudo mostrou que, quando corretamente aplicado, o trabalho flexível pode poupar recursos financeiros, especialmente quando o aumento salarial para todo um setor pode ser difícil de ser alcançado.
A série New Way to Work ainda mostrou o crescimento do número de ações judiciais e a criação de leis ao redor do mundo que estão dando aos funcionários o direito de solicitar um regime de trabalho flexível. Essa tendência e a melhora do mercado de trabalho levaram ao desenvolvimento do que a Unify chama de “Imperativo do Trabalho Flexível”. Trata-se de uma combinação entre a demanda dos funcionários, a melhora do mercado de trabalho e numerosas leis, que está fazendo com que essa modalidade deixe ser uma regalia para se tornar um direito.
Para a empresa, não se trata de uma situação “tudo ou nada”. “Pelo contrário, muitos funcionários ficariam satisfeitos com alguns dias por semana para trabalhar em casa ou com a capacidade de trabalhar no escritório apenas parte do dia e depois o restante em casa”, conclui o levantamento. Entre as melhores práticas,, diz a empresa, está trabalhar remotamente algumas horas por semana e usar a tecnologia para ter interações bem sucedidas como se estivesse no escritório. Além disso, as companhias podem estabelecer e documentar um código de conduta para equipes virtuais que defina o que os funcionários devem fazer para garantir um bom regime de trabalho flexível.
“Os funcionários estão levando a sério o regime de trabalho flexível”, afirma Bill Hurley, CMO (Chief Marketing Officer) da Unify. “Além de quase metade de todos os funcionários preferir o trabalho flexível a um aumento salarial, quase um terço disse que mudaria de empresa se lhe fosse oferecida essa modalidade de emprego. Está na hora de aderir a essa tendência. Os líderes de empresas que ignorarem o Imperativo do Trabalho Flexível poderão perder seus melhores profissionais”, destaca o executivo.
Neste volume da NW2W Index, a Unify entrevistou mais de 800 profissionais de todo o mundo em todos os setores, incluindo finanças, TI, marketing e P&D a vendas, atendimento, operações e outras áreas funcionais.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Capa de Invisibilidade agora é Real



A Primeira Capa de Invisibilidade esta aqui, e o melhor, você pode fazer a sua.


Finalmente, uma capa de invisibilidade real e verdadeira. Mas a Capa Rochester não é algo futurista, um cinto de ficção cientifica, ou capa mágica: é apenas uma configuração inteligente de lentes padrão que contornam a luz em torno de um objeto, escondendo o objeto à vista de todos. Isso torna a Capa Rochester não só a mais barata e mais fácil de fazer do que qualquer outra tecnologia de camuflagem até hoje, mas significa que podemos vê-lo no mundo real em breve.´

Desenvolvido como um co-venture(1) entre University of Rochester's Physics e Advanced Optics departments, a Capa Rochester é uma surpreendentemente resposta de baixa tecnologia para o que é tradicionalmente considerado um problema de alta tecnologia: tornar objetos invisíveis. O projeto é liderado pelo professor de física John Howell, que se interessou pelas possibilidades de criação de dispositivos de camuflagem simples, utilizando materiais de prateleira como um projeto para fazer nas férias com seu filho.


Embora os princípios fundamentais da camuflagem são sempre os mesmos - ou seja, contornar a luz em torno de um objeto - muitas abordagens dependem engenhocas complicadas ou outros materiais exóticos para fazer algo desaparecer. Mesmo assim, o dispositivo de camuflagem só funciona quando você está olhando-o de frente: basta mover sua cabeça apenas um centímetro para a esquerda, e o objeto 'camuflado' aparece de volta à vista.

Isso não acontece com a Capa Rochester. "Este é o primeiro dispositivo, que sabemos, que pode fazer camuflagem tridimensional, multidirecional continuamente, que trabalha transmitindo raios no espectro visível," disse o estudante graduado Joseph Choie e doutrorando no Rochester Institute of Optics, diz no site da Universidade  de Rochester. Tudo que você precisa é de uma série de quatro lentes padrões de mercado (e algum cérebro) para fazer a Capa Rochester e, abracadabra, alguma coisa sumir.

Ele ainda acrescenta. A Capa Rochester poderia fazer qualquer coisa invisível, contanto que as lentes possam cobri-lo. Teoricamente, isso significa que é possível fazer uma base militar "desaparecer" do espectro visível se você cercá-la com lentes grandes o suficiente.

Enquanto isso é um caso improvável de uso para a Capa Rochester, as aplicações práticas são emocionantes por si só. Imagine fazer com que as mãos de enfermeiras fiquem invisíveis para que não obstrua a visão de um médico uma cirurgia, ou caminhões equipados com Capas Rochester para que eles possam ver através de seus pontos cegos. Tecnologia de camuflagem tem aplicações mais revolucionárias do que apenas girando um Klingon Bird of Prey invisível.
Você pode ler o artigo científico completo sobre a Capa Rochester aqui.
(1) um projeto de negócio ou empresa realizado conjuntamente por duas ou mais empresas, cada uma partilha na capitalização e em quaisquer lucros ou prejuízos.

Bateria de lítio, alfafa e pinus é totalmente reciclável

Cientistas suecos desenvolveram uma tecnologia de reciclagem de baterias de lítio que pode não apenas resolver o problema dos resíduos, mas também mudar o panorama da indústria inteira.
Stéven Renault e seus colegas da Universidade de Uppsala atingiram um novo nível na reciclagem das baterias, e fizeram isto por meio de uma técnica à base de plantas.
O resultado é que o material de uma bateria de lítio fabricada com o novo processo, ao chegar ao fim de sua vida útil, pode ser recuperado e usado para fabricar uma bateria nova.
A base do processo, e da bateria reciclável, é uma mistura de alfafa e resina de pinus, e todo o mecanismo é realizado com solventes simples, como etanol ou água.
Para que a bateria reciclada funcione, basta acrescentar mais biomaterial.
Bateria de lítio totalmente reciclável com alfafa e pinus
Protótipo da bateria de lítio fabricada com alfafa e resina de pinus. [Imagem:Daniel Brandell]

“Acreditamos que nossa descoberta pode abrir várias portas para baterias do futuro mais ambientalmente corretas e energeticamente mais eficientes,” disse o professor Daniel Brandell.
Sem comparação
A bateria feita com o lítio reciclado é capaz de armazenar 99% da energia de uma bateria nova, mas a equipe afirma que futuras modificações no processo poderão recuperar esse 1% perdido.
Embora as atuais baterias de lítio contenham vários materiais inorgânicos não renováveis, o que dificulta sua reciclagem, vários grupos já apresentaram protótipos de baterias feitas de materiais renováveis.
Mas esta estratégia de reciclagem com recuperação e fabricação de uma bateria nova é um marco.
“A utilização de materiais orgânicos de fontes renováveis torna possível resolver vários dos problemas que emergiram com o enorme aumento da utilização das baterias de lítio. Mas, acima de tudo, é um grande passo que o lítio destas baterias possa ser recuperado. Estas soluções também são potencialmente muito custo-efetivas,” disse Brandell.
Os pesquisadores não apresentaram um comparativo de rendimento e eficiência entre sua biobateria e as baterias comuns de lítio.
Bibliografia:Environmentally-Friendly Lithium Recycling From a Spent Organic Li-Ion BatteryStéven Renault, Daniel Brandell, Kristina Edström - ChemSusChemVol.: Article first published online - DOI: 10.1002/cssc.201402440 Redação Inovação Tecnológica

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Windows 10, Microsoft anuncia que novo sistema operacional rodará em computadores, tablets, smartphones e Xbox

Novo sistema operacional da Microsoft será lançado em 2015. Até lá, empresa fará desenvolvimento colaborativo, em que usuários poderão usar versões teste e sugerir mudanças.
Windows 10

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Inventor cria sistema para motoristas não usarem celular no transito

Scott Tibbitts aguarda apoio de operadoras para finalizar software que impede o troca de mensagens de texto via SMS enquanto usuário dirige.

Engenheiro inventa sistema para impedir que motoristas usem celular Kevin Moloney/The New York Times
 A base do projeto de Tibbitts (à frente) utiliza uma pequena caixa sob a coluna de direção
para bloquear o telefone  Foto: Kevin Moloney / The New York Times
As pessoas sabem que não devem enviar mensagens enquanto dirigem. A maioria admite que é um ato perigoso e inaceitável. No entanto, muitos continuam a fazê-lo, não conseguem resistir. Assim, especialistas em trânsito e autoridades demandam uma solução tecnológica que impeça os motoristas de mandarem mensagens enquanto conduzem um veículo.
É aí que Scott Tibbitts entra em cena. Engenheiro químico proprietário de uma empresa que produziu motores e estações de ancoragem para a Nasa (agência espacial dos EUA), Tibbitts, 57 anos, passou os últimos cinco anos procurando uma forma inovadora para bloquear a entrada e a saída de mensagens nos celulares e evitar que o condutor receba chamadas.
Ele não é nenhum inventor maluco ou alguém com um implacável senso de autopromoção agindo por conta própria. Para reforçar a importância de sua solução, Tibbitts fez uma parceria com dois pesos pesados: a American Family Insurance (seguradora americana), que resolveu investir em tecnologia, e, mais importante ainda, com a Sprint (operadora de telecomunicações americana), que permitiu que a companhia de Tibbitts, a Katasi, usasse sua rede para bloquear os textos durante testes.
Tibbitts logo identificou uma barreira na engenharia do projeto: para desligar o telefone de um motorista, primeiro você precisa saber quem está dirigindo. Em janeiro deste ano, em um estacionamento em Boulder, no Estado de Colorado (EUA), Tibbitts foi para o banco de trás de um automóvel para mostrar sua solução. O carro pertencia a seu filho Ryan, 20 anos, que estava sentado no banco do motorista. Ryan alcançou uma pequena caixa quadrada que tinha sido ligada a uma conexão sob a coluna de direção – é a “telemática”, que combina telecomunicações e mobilidade.
Assim, Tibbitts conseguiu desligar o telefone (entenda o processo abaixo). Na sede da Katasi, um algoritmo compara os dados que chegaram com outras informações, como a localização dos telefones pertencentes a todas as pessoas que dirigem o carro e o ponto de partida do deslocamento. Se começa numa escola, e os telefones do pai e da mãe estão no trabalho, o condutor é identificado: o filho está dirigindo.
Mas o que acontece quando marido e mulher compartilham um carro e os servidores dizem que ambos estão no veículo ao mesmo tempo com seus celulares? Qual deles está dirigindo? Geralmente, a tecnologia adota o pressuposto do bom senso: o passageiro irá impedir o condutor de mandar mensagens. O sistema também é capaz de bloquear chamadas, e-mails e outros dados.
Há tempo, autoridades e especialistas sonham com uma “solução em rede” para o problema da distração na direção. Para tocar o projeto, o engenheiro Scott Tibbitts precisava de mais um ingrediente fundamental: empresas de telecomunicações como parceiras.
O ideal seria que uma operadora de celular pudesse desligar o telefone do motorista automaticamente, pela rede, sem que o condutor escolhesse participar ou não (no sistema da Katasi, a opção pré-escolhida é a de bloquear as mensagens). Se isso fosse possível, as redes poderiam enviar automaticamente mensagens informando que "o usuário não pode ver o recado porque está dirigindo”.
Com a tecnologia da Katasi desenvolvida, a questão principal era quem iria comprar o serviço. Para determinar o quanto investir, a operadora de telefonia Sprint tinha de saber o quanto o serviço iria trazer de resultado. E, principalmente, segundo os executivos da companhia, eles precisavam compreender a dimensão de um risco iminente: a responsabilidade legal. Em resumo, os executivos se perguntaram o que aconteceria se a tecnologia falhasse, uma mensagem de texto chegasse ao motorista, e ocorresse um acidente enquanto o torpedo fosse lido. Isso poderia se tornar uma responsabilidade financeira para a empresa. E uma tragédia, é claro.
Hoje, o projeto está parado. Wayne Ward, vice-presidente de negócios e desenvolvimento de produto da Sprint, explicou que aprecia o que Tibbitts fez. Ele colocou cerca de US$ 450 mil de seu próprio dinheiro na tecnologia, juntamente com cerca de US$ 2,5 milhões arrecadados de outros investidores. Mas Ward disse ter de pensar no negócio em geral.
Por enquanto, Tibbitts e a American Family Insurance têm apostado em conseguir outras operadoras para o projeto. Tibbitts diz que o potencial de uma parceria dará nova vida para a sua tecnologia. Mas isso, só o tempo dirá.
Por Matt Richtel

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Solução de videovigilância identifica e rastreia pessoas em questão de minutos

Busca é iniciada com uma referência baseada em uma imagem gravada, uma foto de corpo inteiro ou por meio da criação de um conjunto. 
A NICE Systems anunciou que lançou formalmente no mercado a Suspect Search, uma nova ferramenta de análise de vídeo destinada a realizar pesquisas eficientes em múltiplas fontes de vídeo para detectar alvos em questão de minutos. Atualmente, procurar por uma pessoa específica em diversas câmeras e locais diferentes, por um amplo período de tempo, é uma tarefa árdua e que gera muitos custos, que pode acabar sem o sucesso esperado.
Com a solução da companhia, a busca por um indivíduo é iniciada com uma referência baseada em uma imagem gravada, uma foto de corpo inteiro ou por meio da criação de um conjunto. O sistema pode buscar simultaneamente por múltiplos alvos de diversas câmeras. Filtrando automaticamente 95% das imagens irrelevantes e apresentando os resultados por ordem de relevância, uma hora de vídeo pode ser analisada em menos de um minuto.

Novas câmeras IP resistem a vandalismo


 “Embora a proliferação de câmeras seja uma tendência importante no mercado de segurança, o ônus de processar todos os dados gerados limitou bastante o valor das imagens. Com base em nossa ampla atuação no mercado, desenvolvemos nossa solução de Busca de Suspeitos (que é um aplicativo inovador que aborda esse importante ponto problemático para nossos clientes. Quer estejam tentando encontrar um suspeito, identificar quem deixou para trás uma mala ou descobrir para onde foi uma criança, agora eles podem ter essas respostas em questão de minutos”, explica Chris Wooten, vice-presidente executivo do Grupo NICE Security.

Software de videomonitoramento gratuito permite reduzir custo de solução em até 50%

Junção de câmeras digitais com o software ACC é indicada para que pequenas e médias empresas que precisam de um sistema de monitoramento simples. 
O software gratuito para visualização de câmeras de videomonitoramento Camera Companion, da Axis Communications, permite uma economia de até 50% no custo total da solução em comparação com um sistema analógico com a mesma quantidade de câmeras.

A diminuição significativa no custo é possível porque o ACC torna desnecessária a compra de um servidor para armazenar e compartilhar imagens. Um projeto em uma pequena empresa que deseja implantar em suas instalações cinco câmeras digitais do modelo AXIS M1013, por exemplo, teria um valor total sugerido ao varejo de aproximadamente US$ 1.000. Isso representa metade de um sistema analógico equivalente com um servidor.
Fonte: ipnews

"Loon", os balões da Google vão oferecer Internet sem fio experimental dentro de um ano ao Hemisfério Sul

Os Balões do Google "Loon" Vão Invadir A Atmosfera Dentro de Um Ano


O chefe do laboratório de pesquisa Google X, Astro Teller, diz que os balões sem fio experimentais vão testar oferecer acesso à Internet em todo o Hemisfério Sul no próximo ano.

Dentro de um ano o Google espera ter uma corrente contínua de balões a grandes altitudes no hemisfério sul capazes de fornecer conexão sem fio à internet para telefones no solo.
Isso de acordo com Astro Teller, o chefe do Google X Lab, que a empresa abriu com a intenção de trabalhar em projetos desafiadores.
Teller disse que o projeto dos balões, conhecido como projeto Loon, estava em dia para atingir o objetivo de demonstrar uma forma factível de fornecer conexão sem fio à internet para bilhões de pessoas que não têm isso hoje, a maioria em partes pobres do mundo.
Para isso, o Google iria precisar de uma enorme frota de balões circulando constantemente a terra para que as pessoas em terra sempre conseguissem um sinal. Teller disse que o Google deveria ter balões o suficiente no ar para provar que a ideia pode funcionar. "No próximo ano devemos ter uma corrente semi-permanente de balões em algum lugar do hemisfério sul", disse ele.
O Google revelou pela primeira vez a existência do projeto Loon em junho de 2013 e tem, desde então, testado Balões Loon, como são conhecidos, nos EUA, Nova Zelândia e Brasil. Os balões voam a 18 km do chão e pode voar por até 100 dias, com sua energia vindo de painéis solares. O balões do Google já viajaram mais de 2 milhões de quilômetros, disse Teller.
Um protótipo do projeto Loon voa pelo céu.
O balão fornece acesso à internet usando o mesmo protocolo LTE que telefones celular. Google disse que os balões conseguem fornecer acesso com velocidade de 22 megabits por segundo a antenas fixas e 5 megabits por segundo diretamente a dispositivos móveis.
O teste do Google na Nova Zelândia e no Brasil estão sendo feitos em parceira com provedores locais de telefonia móvel. O Google atualmente não está nesse mercado - apesar da tentativa de entrar no mercado da internet via cabo nos EUA, mas Teller disse que o Projeto Loon iria gerar lucro se funcionasse. "Não ganhamos um centavo ainda, mas se conseguirmos achar uma forma de levar internet a 5 bilhões de pessoas, o valor será enorme", disse Astro Teller.

Google’s Project Loon faz mais um passo para realidade!

Os balões de Wi-Fi de alto voo passaram de uma ideia absurda até oferecer acesso à Internet a uma escola rural no Brasil, trabalhando na tecnologia LTE.


Campo Maior, como outras pequenas cidades do interior do Brasil, tem pouco ou nenhum acesso à Internet. Os locais tendem a vaguear por aí e até mesmo subir em árvores para caçar sinais sem fio móveis. A busca de acesso à Internet durante a noite é chamado de “vaga-lume”, ou “fireflying”, porque a iluminação de telefones celulares em toda a cidade se parece com pequenos vaga-lumes piscando.
No entanto, apenas algumas semanas atrás – pela primeira vez – a escola local de Campo Maior teve a Internet transmitidas diretamente em suas salas de aula. Este acesso Web imediato não foi devido à nova infraestrutura ou cabos de fibra óptica, em vez disso, estava vindo de um dos balões de alta elevação de Wi-Fi do Google Project Loon.
Project Loon - GoogleMembros da equipe do Project Loon instalando uma antena de Internet Loon enquanto crianças da escola de Campo Maior estão olhando
Google anunciou oficialmente seu balões do Google Project Loon em junho passado com o objetivo de levar o acesso à Internet para todos os cantos da Terra. E agora, com um ano de atividade, o projeto já resolveu muitas torções, empolgando a força do balão, e estendendo testes de campo a lugares como Campo Maior.
“Este voo de teste foi uma primeira significativa para o Google Project Loon”, escreveu o Google sobre o seu trabalho em Campo Maior na sua página do Project Loon do Google+. “O lançamento perto do equador nos ensinou a superar os perfis de temperatura mais dramáticas, pingando umidade e escorpiões, testando a tecnologia LTE pela primeira vez. Isso poderia permitir-nos fornecer um sinal de Internet diretamente para telefones celulares, abrindo mais opções para levar Internet acessível a mais lugares. “
Quando o Google começou a testar seus balões voando do Google Project Loon na Nova Zelândia no ano passado, estava trabalhando para permitir que os balões pudessem ficar vários dias e ter feixe de acesso à Internet em velocidades semelhantes a redes 3G através de antenas especiais e estações receptoras no chão.

Balão Loon, Google

Agora, um dos balões, Ibis-167, fiz a volta ao mundo em um recorde de 22 dias, e outros balões foram projetados para permanecer no ar por mais de 100 dias. E, como observou Google, a empresa está também trabalhando em alta velocidade com conectividade 4G LTE, o que significa que os usuários podem obter o serviço Wi-Fi em seus celulares via o Google Project Loon….
Durante o ano passado, o Google reuniu grandes quantidades de dados de vento para refinar seus modelos de previsão para prever melhor as trajetórias de voo do Google Project Loon. Além disso, a empresa tem reforçado as bombas de ar do balão para se tornar mais eficiente, o que permite aos balões de mudar rapidamente de altitudes e salte sobre as correntes de ar mais rapidamente ou também para evitar ventos adversos.
“Os balões estão entregando mais 10x de banda, 10x steer-ability, e estão ficando até 10x mais tempo”, Teller disse para Wired. “Esse é o tipo de progresso que só pode acontecer mais algumas vezes até ficar em um bom lugar problemático.”



BNDES lança linha de crédito para inovação em tecnologia da informação


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou nesta quinta-feira (18) em São Paulo uma linha de crédito exclusiva para as pequenas e médias empresas brasileiras do setor de tecnologia da informação que pretendam investir em inovação.

O programa tem um volume de crédito calculado em R$ 300 milhões, com uma taxa de juros anual de 4%, para empresas de perfil “inovador”, segundo a apresentação da MPME Inovadora, como foi chamada a linha de crédito do BNDES e da Desenvolve SP, a agência estadual de fomento.

“A empresa que tem um cartão do BNDES já é classificada como inovadora”, sem burocracia para apresentar projetos que justifiquem essa categoria, explicou à Agência Efe a diretora de Inovação da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), Jamile Sabatini.

A ABES reúne mais de 80% das empresas do setor de tecnologia da informação e é responsável por apresentar a MPME Inovadora às pequenas e médias empresas.

Segundo a ABES, o setor de tecnologia da informação no Brasil é um dos maiores do mundo, com uma participação de 3% no mercado mundial e níveis de crescimento que triplicam a média internacional ao alcançar um avanço anual de 4,8%.

Pelo potencial do mercado, assinalado pela ABES, a linha de crédito poderá impulsionar um aumento do setor dentro da economia brasileira.

“Foi a partir dessas experiências que começamos a conversar com o BNDES, demonstrando que, ao colocar recursos na inovação, as empresas crescem. O retorno para a sociedade é enorme porque gera emprego, gera renda e traz desenvolvimento econômico”, destacou Sabatini.

O programa “Juro Zero” realizado no estado de Santa Catarina, por exemplo, repassou R$ 20 milhões para 37 empresas da região por meio da FINEP.

Em Santa Catarina, contou Sabatini, algumas pequenas e médias empresas chegaram a crescer até 5.000% com esse incentivo.

Em um ano, o governo estadual recuperou o dinheiro repassado para essas pequenas e médias empresas com os próprios impostos das empresas que aumentaram consideravelmente seu faturamento, muitas delas graças às exportações.

“Em 2008 foi a época de crise e alguns empresários nos contaram que, se não fosse esse recurso, eles tinham quebrado”, declarou Sabatini, para quem com os atuais números desfavoráveis para a economia, “é importante que as empresas busquem este recurso”.

Sabatini, no entanto, admitiu que a taxa anual de 4% para a nova linha de crédito é a menor de mercado e por isso “as empresas têm que saber aproveitar essa oportunidade”.

Fonte: Último Instante com Agência EFE

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Incluir o conteúdo da TV nas buscas, é o objetivo de nova patente a Google

google-tv


O Google recebeu recentemente a patente de um sistema que consegue integrar o conteúdo transmitido na TV com o seu sistema de busca. Assim, o motor de busca da empresa será capaz de saber o programa que o usuário está assistindo e sugerir a ele conteúdos relacionados. Segundo a empresa, a ideia pode melhorar os resultados de uma pesquisa realizada enquanto alguém assiste a um programa específico.
Se for implementada, a novidade pode servir para oferecer uma publicidade cada vez mais direcionada aos interesses do espectador, além de poder sugerir novos programas relacionados com gostos pessoais.
No site de cadastro de patentes dos Estados Unidos, a tecnologia é descrita como um “sistema e método para melhorar os resultados de busca do usuário por meio da determinação de um programa de televisão que está sendo exibido próximo a um dispositivo eletrônico’’.
Na prática, o sistema vai funcionar da seguinte maneira: ao procurar alguma expressão ou palavra por meio de um dispositivo eletrônico móvel, o Google vai relacionar a pesquisa com os programas que estão sendo exibidos em determinadas áreas e horários.
Google TV Patent
Contudo, há uma preocupação com a privacidade dessas informações. Se utilizados de maneira errada, os dados podem servir como mais um meio de controle dos internautas. Ainda não há previsão de quando o serviço chegará ao mercado. Confira a patente completa aqui.
Google TV Patent 2

Jamais use arroz para secar celular molhado, diz pesquisa

Jamais use arroz para secar celular molhado, diz pesquisa


Muita gente ja derrubou o celular na piscina, na pia ou mesmo dentro da privada. E não é incomum ouvir recomendações para remediar a situação encobrindo o aparelho com arroz para secar os componentes internos por alguns dias. No entanto, de acordo com um "estudo científico" realizado pela companhia de manutenção e conserto de eletrônicos TekDry, essa prática não apenas é ineficiente, como acaba prejudicando o dispositivo.




Segundo o estudo, conduzido pela DTJ Consulting, usar a técnica do arroz para secar o celular leva tempo demais, e ainda é mais ineficiente do que simplesmente deixar o aparelho secar por si só, embora nenhuma das duas práticas seja recomendada. Usar o alimento "puxa" apenas 13,1% da umidade, contra 14,7% se o celular ficar em repouso. O ideal, diz a empresa, seria secar o quanto antes o dispositivo – naturalmente, a companhia recomenda seu próprio serviço patenteado.


A seguir algumas dicas para "tentar Recuperar gadgets molhados

Não ligue o gadget, isso pode provocar um curto-circuito. Aceite que não deve ligá-lo ou conectá-lo outra vez até que ele esteja completamente seco, isto também vale para pequenos gadgets como pen drives e cartões de memória. Não conecte na tomada, já que eletricidade e água não é uma combinação saudável.


O mais rápido possível, se ele tiver uma bateria, retire-a para tirar qualquer traço de eletricidade dos componentes. Os maiores danos são causados aos circuitos internos são pela eletricidade e não pela água. Retire também todas as demais partes móveis. Capa, tampa, cartão SD, chip, enfim, tudo que pode ser removido, e seco. Este procedimento é necessário para desobstruir os pontos de saída e evaporação da água. Lembre-se que é necessário deixar o aparelho secar completamente antes de religa-lo.


Se caiu em água salgada, coloque-o debaixo de água corrente: é menos ruim do que ter o sal corroendo o aparelho por dentro. 


Seque com papel toalha ou pano de prato para remover o excesso e impedir que entre ainda mais água.

Não use secador de cabelo ou forno, pois o calor pode danificar os componentes sensíveis.
Jamais coloque que num micro-ondas – as partes de metal do celular podem provocar um incêndio.


Agora o mais importante, é requer muita paciência, pois vai salvar seu aparelho. Você precisa eliminar a maior parte possível de umidade existente nele. E pode fazer isto usando um aspirador, não use secador para não derreter os componentes do aparelho.


Outra opção é deixá-lo ao sol para secar naturalmente. Outro dia meu pen drive resolveu pular dentro da máquina de lavar, e o sol trouxe ele de volta em perfeito estado 3 dias depois, tenha certeza de que ele está realmente seco antes de liga-lo ou conecta-lo novamente.


Passadas as primeiras 48 horas, verifique se não há umidade aparente, recoloque a bateria e tente ligar ele outra vez.

Seguindo as dicas, na melhor das hipóteses você vai recuperar seu aparelho, já na pior…

Não deixe o aparelho cair na privada, mas se acontecer, não use arroz.