segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Sistemas podem quando for acrescentado 1 segundo a mais para sincronizar os relógios em 30/06/2015.

Fornecedores de sistemas e aplicações que apresentaram problemas no último leap second, em 2012, estão atentos para que as falhas não se repitam em 30 de junho deste ano, quando um segundo será acrescentado para sincronizar os relógios atômicos à rotação da Terra. Ainda que não seja preciso temer o leap second como se ele fosse um novo Bug do Milênio, alguns cuidados devem ser tomados para se preparar para possíveis falhas em sistemas operacionais, site e aplicativos.



A Red Hat, fornecedora de soluções Linux, afirma que trabalhou para corrigir eventuais erros. O próprio criador do sistema Linux, Linus Torvalds, disse à revista Wired que as pessoas precisam se acalmar sobre o tema. Em entrevista ao portal da Abranet, Boris Kuszka, gerente dos arquitetos de soluções da Red Hat, explicou que o bug no Kernel do Linux acometeu usuários apenas dos Estados Unidos onde se usa o Protocolo de Tempo para Redes (NTP) para sincronização dos servidores. “No Brasil, usamos servidores de tempo local e nossos usuários não tiveram impacto. Nenhum cliente da Red Hat teve problemas”, disse. 

Em 2012, dois erros foram constatados: aumento para 100% do uso de CPU e travamento do sistema. Ambos, na maioria dos casos, foram solucionados com a reinicialização dos sistemas. Para evitar problemas neste ano, a Red Hat diz que fez correções e rodou aplicativos de testes. Os clientes que usam RHEL 6.4 adiante não devem ser afetados pelo problema, pois o sistema já está preparado. Para quem usa versões anteriores, a Red Hat publicou correções no site para serem baixadas e aplicadas. Os clientes também podem rodar aplicativos de testes. “É muito improvável que haja erros ou que apareçam novos”, afirmou.  

De acordo com Boris Kuszka, muitas empresas procuraram fazer atualizações via o site, mas não houve abertura de chamados focados no leap second. Outra que teve problemas foi a Amadeus, fornecedora de soluções para o segmento de turismo, especialmente para gestão de reservas das companhias aéreas. Contatada pela Abranet, a empresa, sem dar mais detalhes, disse que está monitorando de perto as discussões da indústria sobre o próximo leap second e seguindo os padrões das melhores práticas. O planejamento, afirmou a Amadeus, está sendo feito e “estamos nos preparando para garantir uma transição suave”.  

Já a estratégia do Google será de acrescentar milissegundos de forma gradual aos relógios de seu sistema no dia 30 de junho para evitar falhas. Mas fazer o relógio andar mais rápido não é uma solução que serve para todas as empresas, provedores de Internet ou sites, conforme explicou Antonio M. Moreiras, gerente da área de projetos do NIC.br. “Será um dia fora de sincronismo, o que para um banco, por exemplo, pode não ser viável”, disse o especialista. Procurado por este noticiado, o Google no Brasil recusou, por meio de sua assessoria de imprensa, a dar entrevista ou qualquer posicionamento sobre o assunto.

Aplicativos baseados em Java também falharam em 2012. Segundo relatos da época, aplicações em Java, rapidamente, começaram a usar 100% da CPU e a empresa publicou instruções aos clientes. Para este ano, a Oracle, propritária do Java, deixou disponível em seu site algumas instruções. Até o fechamento desta reportagem, a assessoria de imprensa da Oracle no Brasil não havia respondido à solicitação de entrevista. O gerente da área de projetos do NIC.br, Antonio Moreiras, escreveu um artigo detalhando o impacto do leap second no Brasil.

Fonte:Convergência Digital

Décadas de inovações tecnológicas hoje cabem dentro de um smartphone

Entre 1875 e 1930, o mundo recebeu a invenção do telefone, do fonógrafo, da lâmpada incandescente, do rádio, do avião e da televisão, para ficar só nas mais conhecidas.
Cada vez mais, os assuntos se relacionam com um único aparelho: o smartphone, o computador de bolso que ocupa posição central em nossa vida social, comunicação, entretenimento e trabalho. O smartphone consegue reunir em um só aparelho todas as invenções que escolhemos para compor esse artigo. Nem a mais criativa das mentes de 1875 conseguiria imaginar algo assim.
Telefone
O telefone chegou rápido ao Brasil. No ano seguinte a estreia da invenção de Alexander Graham Bell, 1878, Dom Pedro II solicitou a instalação de linhas conectando o Palácio do Quinta da Boa Vista às residências de seus Ministros. Mas, diferentemente do que aconteceu nos EUA, o aparelho era acessível a poucos. Na virada do século, a lista telefônica da cidade de São Paulo precisava de apenas uma folha para conter todos os proprietários de linhas. Noventa anos depois, uma linha telefônica ainda era um bem caro. Apenas neste milênio, a maior parte dos brasileiros passou a contar com telefone próprio. De acordo com a Agência Nacional das Telecomuniações (Anatel), eram quase 278 milhões de linhas de celular no País em agosto de 2014.
Televisão 
A tela que viria a ocupar as salas dos brasileiros a partir de 1950, quando estreou a TV Tupi, mexia com a imaginação de todos. “Em 1948, as notícias que nos chegam dos EUA sobre os progressos da televisão são verdadeiramente alucinantes. “Dentro em pouco, talvez ninguém vá mais aos teatros, aos cinemas e às praças de esporte.” Por sorte, as coisas não foram bem assim.
GPS
Neste exato momento, há algumas dezenas de satélites de GPS orbitando em volta do planeta. Trata-se de uma “constelação”, como é denominado um grupo de satélites trabalhando em conjunto. Nem lembramos de sua existências, mas eles nos fornecem informações ininterruptas sobre localização e hora, utilizadas em centenas de aparelhos e aplicativos. Em 1957, havia apenas um satélite, o pioneiro soviético Sputnik, acompanhado com interesse por todos os terráqueos. Em 1958,a Sociedade Interplanetária Brasileira enviou carta à diretora da Academia Ciências de Moscou informando “que as más condições atmosféricas impediram a observação visual do Sputnik III em São Paulo e Bauru”.
Wi-Fi
“Qual a senha do Wi-Fi?” é uma pergunta que fazemos praticamente todos os dias. Pouco se sabe sobre sua origem, porém, baseada em um sistema de transmissão de frequências desenvolvido pela atriz e inventora austríaca Hedy Lamarr nos anos 40, ao lado do compositor George Antheil. Seu objetivo era criar uma tecnologia para causar interferência no sinal de torpedos teleguiados nazistas. Mas na época, nos papeis dos jornais, só se falava na Hedy do cinema.
Fonógrafo
Chamado em 1878 de “radical transformação do telephone”, o fonógrafo de Thomas Edison causou admiração por ter “vencido” o tempo ao possibilitar a reprodução de um som gravado “daqui a uma hora, no dia seguinte, daí a dez anos ou mais e quase tantas vezes quantas lhe der na fantasia”. Não podia se imaginar na época a milionária indústria que se desenvolveria a partir do aparelho ao longo do século 20, da qual Thriller, de Michael Jackson, é a apoteose (65 milhões de cópias e contando). Mais de 30 anos depois, a indústria está irreconhecível, mas o som gravado está em mais lugares do que nunca.
Internet
“A Arpanet criou uma nova tecnologia que permite a liberação rápida e sem erros de mensagens. Ela está atualmente sendo usada como uma rede de distribuição de meios, pela qual serviços únicos em cada um dos centros de computação tornam-se disponíveis para todos os usuários da rede. Arquivos, programas, fontes de informações e sistemas de operação são distribuídos através da rede.” É assim que o cientista Leonard Kleinrock, do Massachussets Institute of Technology (MIT) descreveu, em 1975, o sistema que deu origem à internet.
Computador


Em matéria sobre os ataques aliados no fim da Segunda Guerra, o Jornal "O Estado de São Paulo" destaca a tecnologia dos aviões britânicos que contém “uma caixa retangular denominada computador”. Nas décadas seguintes, cada vez menos precisou se explicar o que era um computador, mas ele só foi fazer parte do dia a dia das pessoas na década de 90. Vinte anos depois, cada um de nós carrega um computador de bolso. E dos potentes.
Fotografia
Qualquer usuário de celular produz milhares de fotos por ano nos dias de hoje. Durante seu primeiro século de existência, a fotografia era reservada para eventos especiais. Havia pouco lugar (ou filme) para a banalidade do dia a dia. Em fotos de São Paulo no século 19 (acima), pessoas posando são uma visão rara, com as lentes preferindo tomadas gerais e construções. Por outro lado, certas manias atuais já se faziam notar naquele tempo. “Ou as austríacas são celestiais ou o fotógrafo corrigiu o cristal com pincel de poeta”, especulava-se em 1879 sobre fotos de moças de Viena expostas em Paris, sugerindo possível uso de trucagens ancestrais do Photoshop.
Videogame
Xbox, PlayStation e Nintendo são sucessores de outras máquinas de jogo, bem maiores, jogadas nos chamados fliperamas. Com o sucesso de Pong, de 1972, deu-se início a um mercado que movimentaria bilhões. Em 1977, especulava-se as polêmicas proibições às casas de fliperamas, tratados como máquinas de “jogos de azar”. “Sobre essa polêmica nunca mais houve dúvidas. Basta passar algumas horas na maior loja da cidade, na avenida São João com a Ipiranga, para ver aficionados fazer sempre o maior números de pontos que a máquina permite.”
Microchip
Microprocessadores ou circuitos integrados são parte tão vital do nosso cotidiano que já conhecemos seus detalhes: A7 ou A6; dois ou quatro núcleos; Intel ou Qualcomm. Eles são o cérebro do computador ou smartphone e geralmente são feitos de silício. “Decisivo para a espetacular miniaturização dos equipamentos eletrônicos”, o primeiro circuito integrado foi montado pelo engenheiro norte-americano Jack Kilby em 1958. Seu desenho, tamanho e poder evoluiu desde então. Nos anos 70, diminutos chips “multifuncionais” possibilitaram os relógios digitais com funções como jogos e temperatura.
Fonte: O Estado de São Paulo.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Ótimo 2015 !!!


Desejo a todos os leitores e amigos um ótimo 2015, repleto de saúde, felicidades e novidades!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Black Friday 2014: informática, brinquedos e eletrodomésticos tiveram os maiores descontos

O Black Friday de 2014, que ocorreu em 28 de novembro, trouxe grandes oportunidades aos consumidores, segundo o estudo que produzimos. Foram monitorados 250 mil produtos de 20 categorias durante as últimas semanas, identificando 360 mil reduções de preço. De acordo com nosso estudo, os maiores descontos máximos foram nas categorias Informática (96,37%), Brinquedos (95,93%) e Eletrodomésticos (95,85%).
 
“Comparamos a média dos preços nas semanas anteriores à data com os valores promocionais do Black Friday, identificando estes descontos máximos”, afirma Jefferson Costa, gerente de Inteligência Competitiva da SIEVE. “Porém, é bom ressaltar que, para se enquadrar como desconto máximo, a redução pode ter acontecido em apenas um – ou em poucos – produtos da categoria”.
 
Outros segmentos que tiveram promoções expressivas, com descontos máximos superiores a 90%, foram Esporte e Lazer (92,61%), Moda e Acessórios (92,52%), Bebês e Cia (92,51%), Eletrônicos (90,74%) e CD/DVD (90%).
 
Considerando a média de descontos concedidos no dia 28, a categoria Esporte e Lazer foi aquela que teve as maiores quedas, com 21,7% - em seguida, vieram CD/DVD (18,5%), Suplementos e Alimentos (17,2%) e Livros (16,8%). “Tivemos um grande volume de produtos com redução de preços, enquanto alguns tiveram descontos mais agressivos”, relata Costa. No geral, a redução média ficou em 13,51%.
 
Confira abaixo as tabelas dos descontos máximos e médios, respectivamente, ambos por categoria:

Exibindo

Também é importante citar que a data não promete descontos em todos os produtos de um site, mas em uma seleção de produtos. Desta forma, é comum encontrar produtos que não façam parte das reduções (e consequentemente sem desconto), não significando uma "fraude" por parte dos varejistas.

Fonte: Sieve

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Barata eletrônica vai ajudar a salvar vítimas de desastres

Barata eletrônica desenvolvida por pesquisadores da universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos

Cientistas criaram uma nova ferramenta para busca de sobreviventes em grandes desastres: baratas. A novidade foi desenvolvida por pesquisadores da universidade da Carolina do Norte (NCSU, na sigla em inglês), localizada nos Estados Unidos.

Eles equiparam baratas de verdade com circuitos eletrônicos e microfones. Assim, elas podem ser comandadas à distância e ajudar a identificar de onde vem um determinado som.

Combinadas ao tamanho mínimo, essas características tornam as baratinhas muito úteis na localização de pessoas que estejam soterradas, por exemplo.

"Num prédio desmoronado, o som é a melhor forma de encontrar sobreviventes", afirmou Alper Bozkurt, engenheiro envolvido no projeto, em nota divulgada no site da NCSU.

Modelos

De acordo com Bozkurt, foram desenvolvidos dois tipos de tecnologia para os insetos.

O mais simples conta com um microfone capaz de capturar e fazer a transmissão sem fio de sons com qualidade relativamente boa.

O outro modelo reúne três microfones direcionais e é capaz de identificar de que direção está vindo um determinado som com a ajuda de algortimos desenvolvidos pelos cientistas.

A nova tecnologia foi testada com sucesso em laboratório e apresentada em congresso realizado em Valência, na Espanha.

Fonte:exame.com

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Finep lança linha de financiamento para micro e pequenas empresas

As micro e pequenas empresas e startups ganharão uma nova linha de financiamento da Finep, com valores adequados às suas necessidades. No dia 10 de dezembro, na 5ª reunião da Comissão de Inovação da ABDE, no Rio de Janeiro, será apresentado oficialmente o Inovacred Expresso, que tem como objetivo apoiar inovação em empresas com receita operacional bruta anual até R$ 16 milhões, através de financiamentos de até R$ 150 mil. Não é necessária contrapartida das empresas e o prazo do financiamento é de até quatro anos, incluída a carência. Os 16 agentes credenciados para operar o Inovacred – que concede financiamentos de R$ 150 mil a R$ 10 milhões – serão os responsáveis pela operação da nova linha.

Diferentemente dos outros programas de descentralização da Finep (Inovacred e Tecnova), não há necessidade de apresentação de um projeto específico para conseguir o empréstimo. Basta a empresa comprovar que se enquadra em alguma das categorias abaixo.
  • Ter recebido ao menos um dos seguintes apoios do governo: incentivos fiscais à P&D e inovação tecnológica nos últimos cinco anos; subvenção econômica à P&D nos últimos dez anos; financiamento a projetos de P&D e inovação tecnológica nos últimos cinco anos – com ou sem parceria com universidades ou institutos de pesquisa; bolsas RHAE/CNPq para pesquisadores em empresas nos últimos cinco anos; aporte de venture capital baseado em recursos públicos nos últimos cinco anos.  
  • Ter histórico na área de Propriedade Intelectual/Direito Autoral: possuir registro de patente no INPI nos últimos cinco anos; possuir registro de Direito Autoral nos últimos cinco anos – aplicável somente em caso de software; ter pedido de patente no INPI no mesmo ano da solicitação de empréstimo ou nos dois anos anteriores.
  • Estar instalada em Incubadoras de Base Tecnológica ou Parques Tecnológicos
“O foco principal é atingir empresas de pequeno porte que precisem de recursos adicionais para dar continuidade aos seus projetos de inovação”, explica Marcelo Camargo, gerente de Produtos Financeiros Descentralizados da Finep, destacando que “todas as empresas com características inovadoras serão beneficiadas”.

De acordo com Camargo, o Inovacred Expresso possibilita às micro e pequenas empresas a opção de obterem recursos menores e com menos burocracia. “Tanto o formulário de solicitação quanto a prestação de contas estão mais simplificados, o que dá mais agilidade ao processo”, afirma Camargo. Segundo ele, outro ponto forte da nova linha é a possibilidade de realizar operações com aval pessoal, ou seja, a garantia pelo empréstimo pode ser dada pelo próprio sócio da empresa, se for o caso. Para ele, uma das principais barreiras que as micro e pequenas empresas enfrentam para conseguir financiamento é a apresentação de garantias. O ticket menor de crédito permite essa flexibilização.

Com o Inovacred Expresso, a Finep amplia suas possibilidades de financiamentos e poderá conceder financiamentos de R$ 1 a R$ 10 milhões para micro, pequenas e médias empresas, além de startups. “Vamos desafogar a demanda para microempresa”, conclui Camargo.

Fonte: finep

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Você sabia que o Google sabe muita coisa da sua vida ?


O Google sabe muito mesmo de você e mostra isso de forma automática, como por exemplo, sexo, idade, por onde você andou, etc. Se você quiser descobrir tudo o que o Google sabe você, observe o passo a passo a seguir. Eles ainda mantém registrado todas as suas pesquisas e vídeos que você visitou no youtube. Para saber como, faça as operações abaixo, logado com seu e-mail.

1. Cllique nesta página:  https://www.google.com/settings
2. Clique em em “Histórico da Conta”

A partir de então, você terá um histórico de suas ações, inclusive com datas.

Não é assustador?

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

CUIDADO: Virus altera boleto bancário mesmo para pagamento em caixa

Vírus se vale do HTML do documento e sobrepõe o número do código de barras.

pagando boleto

A empresa de antivírus Bitdefender acaba de descobrir um novo malware, batizado de Gen:Variant.Kazy.156552, que modifica a estrutura do código de barras dos boletos bancários, com o objetivo de desviar o pagamento dos títulos para outra conta mantida pelos criminosos.

Mesmo quem não tem o costume de realizar pagamentos online, está sujeito à fraude, já que o malware se infiltra diretamente no sistema em que é gerado, colocando espaços no código de barras original, impossibilitando assim o reconhecimento por parte dos leitores automáticos dos bancos.

Na impossibilidade de leitura do código original, o operador do caixa, ou mesmo o próprio usuário, acaba sendo obrigado a digitar o número, já modificado, se tornando então mais uma vítima do golpe. O vírus também é capaz de verificar se há softwares de segurança dos bancos instalados, para então removê-los, além de desabilitar o firewall do Windows para se executar.

De acordo com Eduardo D´Antona, Presidente da Securisoft e Diretor da Bitdefender no Brasil, ao menor sinal de anomalia na hora de se efetuar o pagamento de boletos (como a demora excessiva de execução e a exigência de redigitação de dados que deveriam já estar inseridos no original), o usuário deve interromper imediatamente a operação e acionar o sistema de varredura do seu antivírus.

“Se houver qualquer dificuldade na operação, o ideal é descartar o documento e solicitar outro à fonte cobradora”, afirma D´Antona.  Na suíte Bitdefender, o usuário encontra também um recurso para a remoção automática do Gen:Variant.Kazy.156552.


STF diz que não incide ICMS sobre transporte de mercadorias pelos correios

Não incide ICMS sobre transporte de mercadorias pelos Correios


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Por maioria, o Supremo Tribunal Federal (STF) afastou a incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nos serviços de transportes de mercadorias realizados pela Empresa de Correios e Telégrafos (ECT). No entendimento do Tribunal, o serviço está abrangido pela imunidade tributária recíproca, prevista no artigo 150, inciso VI, alínea “a”, da Constituição Federal.

No Recurso Extraordinário (RE) 627051, com repercussão geral reconhecida pelo Supremo, a ECT questiona decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) que assegurou ao Estado de Pernambuco a cobrança do ICMS, por entender que o transporte de mercadorias não está abrangido pela imunidade constitucional. Para o relator do recurso, ministro Dias Toffoli, não cabe a incidência do ICMS no caso das mercadorias transportadas pela ECT, uma vez que se trata de empresa pública sujeita a obrigações que não se estendem às empresas privadas.

De acordo com o relator, a ECT tem o encargo de alcançar todos os lugares do Brasil, não importando o quão pequenos ou remotos sejam, e a empresa não pode se recursar a levar uma encomenda – algo que pode ser feito na iniciativa privada. Também argumentou que a ECT utiliza espaços ociosos nos veículos para transportar as mercadorias, logo não está criando uma estrutura para competir exclusivamente com empresas particulares, e sustentou ainda que não há como se distinguir a base de cálculo referente ao transporte de mercadorias a fim de se definir a incidência do imposto.

“Reconheço a imunidade recíproca, seja pela impossibilidade de se separarem topicamente as atividades concorrenciais, seja por entender que o desempenho delas não descaracteriza o viés essencialmente público de suas atividades institucionais”, afirmou.

Divergência

O ministro Luís Roberto Barroso divergiu do relator, negando provimento ao recurso da ECT, por entender que o caso trata de uma atividade não incluída no regime de monopólio – ou privilégio – previsto constitucionalmente. Segundo o ministro, no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 46, na qual o STF confirmou o monopólio exercido pela ECT, ficou entendido que o privilégio não se estendia às encomendas. Assim, a declaração de imunidade implicaria um estímulo tributário indevido na disputa com o setor privado.

A mesma posição foi adotada pelo ministro Marco Aurélio, que também negou provimento ao recurso. “Na ADPF delimitamos o que seria o monopólio da ECT, e a visão da maioria ficou restrita à atividade essencial, não chegando às atividades secundárias”, afirmou



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

WhatsApp pode tornar opcional aviso de recebimento de mensagem

Atualização do aplicativo deve tornar os tiques azuis opcionais.

 

Nova atualização da empresa desagradou a maioria dos usuários.

O WhatsApp pode voltar atrás e cancelar a decisão de colocar a dupla de setas azuis que confirma se as mensagens foram enviadas e lidas pelo destinatário.

Segundo a revista alemã “Softonic”, o aplicativo de mensagens para aparelhos móveis mais popular do mundo, com aproximadamente 600 milhões de usuários ativos, em breve lançará uma atualização que fará a função ser opcional. Isto é, caso o usuário decida que outros usuários possam ver quando ela leu as mensagens. Porém somente quem, também, acionou essa função poderá ver quando sua mensagem foi lida.

Internautas fazem piadas com novos tiques azuis do WhatsApp. O sistema de verificação tornou-se alvo de crítica dos usuários, pois a pessoa que envio a mensagem agora poderá saber se está sendo ignorada.

Com a nova função, os dois sinais de “ticado” que mostravam o envio da mensagem mudaram de cor e ficam azuis. Antes, os dois tiques significavam apenas que a mensagem havia chegado ao destinatório, mas que não necessariamente ele havia lido.